Thursday, January 12, 2017

A PROPOSAL TO ESTABLISH AN INTERNATIONAL 'REFUGEE BANK' IN THE UNITED NATIONS ORGANISATION

Addressed to:
Mr. Ban Ki – Moon, Secretary-General of the United Nations, New York
Mr. Antonio Guterres, new Secretary-General of the United Nations
General Assembly of the United Nations, New York
Mr. Filippo Grandi, Hight Commissioner, High Commissariat for Refugees of the
United Nations, Geneve
His Holiness Pope Francis, Vatican
His Holiness Patriarch Kirill, Moscow
Mr Jean - Claude Juncker, President of the European Commission, Brussels
Mr John F. Kerry, Foreign Minister of USA, Washington
Mr Sergey Lavrov, Foreign Minister of Russia, Moscow
Auction Houses around the World: Sotheby's, Christie's , New York, London, Paris etc.
All the Inhabitants of Planet Earth

 

Dear Sirs / Madam
In the 21st century, cruel bloody wars in the Arab and African world have triggered a wave of refugees directed primarily to Europe, and to other parts of the world, too. Poor outcasts remain without a roof overnight and are forced to leave their homeland, their cosy homes. They set off on a long and thorny path into foreign countries with more or less merciful hosts. 
Only regret from the comfort of the couch under a safe roof, in front of the television screen, and wishful prayers for those poor people do not represent any sincere sympathy, therefore, the refugee crisis should be solved by undertaking concrete actions. The United Nations Organization in New York is called to establish a solidarity bank called  'Refugee' in the Palace of Nations into which the sponsorship money should be channeled from all member states. Every citizen of the world is obliged by his conscience of humanity and financial capacity to donate a certain sum of money for the reconstruction of bestially destroyed towns and villages. After the reconstruction the unfortunate refugees, scattered all around the planet, could return to their homeland and having gone through that torturing calvary start to live in normal conditions. After moral and ethical reflection all billionaires, millionaires, middle class people and, finally, those with lower incomes should join this humanitarian campaign, the latter ones at least with a symbolic sum of money. Face to face with those listed donors there should primarily be all egoistic war profiteers, weapons manufacturers and their buyers, soulless militant conquerors who bestially destroy numerous towns and villages, kill innocent natives and cruelly expel still alive powerless people.  There are also artists like painters, sculptors, photographers, graphic artists and others who could also donate their works of art for a good cause. Since the majority of them are not wealthy, their ideas and spiritual expressions are rich. Various auction houses all around the world could sell their donated works of art and the income thus obtained would be transferred to the 'Refugee  Bank'.With this committed and quickly carried out sponsorship action, with a humanitarian note and without veto in the Palace of Nations, we would at least slightly heal the moral and ethical wound caused by our contemporary civilization, including the population from San Francisco to Tokyo and from Cape Town to Reykjavik.This action should be coordinated under the slogan:Greedy wars of conquest should be ended and the whole world population should help the displaced martyrs.
Sincerely Yours
Stane Jagodič, painter, cartoonist and writer

Ljubljana - Slovenia, October 23 th, 2016
Stane Jagodič
Kunaverjeva 12,
1000 Ljubljana











Libro "Gracias por ENSEÑAR - (Prácticas para educar con humor)" de Pepe Pelayo

Livro “Gracias por Enseñar –(Prácticas para educar com humor)” de Pepe Pelayo

                O meu querido amigo Pepe Pelayo teve a amabilidade de me enviar o seu livro “Gracias por Enseñar”. Acabei de o ler e o que posso dizer é – “Gracias por me enseñar”.
                É um livro simples mas profundo que deveria ser de leitura obrigatória a todos os pedagogos, já para não dizer obrigatório a todos os educadores – pais e professores. Se é um livro de “Prácticas para educar com humor” caba por ser também um guia de vida, um orientador para um quotidiano em harmonia e alegria, uma vivência saudável numa via onde a democracia se torna real com esta educação. É pois recomendável e importante ler e tentar por em práctica as experiencias e sapiência de Pepe Pelayo

Libro "Gracias por ENSEÑAR - (Prácticas para educar con humor)"  de Pepe Pelayo

                Mi querido amigo Pepe Pelayo tuvo la amabilidad de enviarme su libro "Gracias por Enseñar". Acabo de leerlo y puedo decir es - "Gracias por mí Enseñar."

                Es un libro sencillo pero profundo que debe ser de lectura obligatoria para todos los maestros, por no decir obligatorio para todos los educadores - padres y profesores. Si se trata de un libro de "Prácticas para educar con humor" resulta ser también una guía de vida, un mentor a un cuotidiano en armonía y alegría, una vida saludable de una manera en que la democracia se convierte en realidad con esta educación. Por ello se recomienda e importante para leer y tratar de poner en práctica las experiencias y la sabiduría de Pepe Pelayo

Sunday, January 08, 2017

Mário Soares em Caricatura - 20 Anos de Democracia satírica – Mário Soares visto por Caricaturistas (Exposição no Palácio Presidencial de Belém Julho 1995 comissariada por Osvaldo Macedo de Sousa)

João Abel Manta

(Texto do Presidente Mário Soares como introdução do catálogo da exposição)
            A democracia é o regime no qual ninguém está acima da crítica. Muitas vezes, melhor do que longos discursos, argumentações cuidadas e raciocínios sofisticados, é com meia-dúzia de traços e uma frase curta, certeira, acerada, inteligente que se desafiam poderes, denunciam situações, de injustiça ou de ridículos, e se diz que “o rei vai nu”.

       As ditaduras têm, por isso, grande medo e aversão ao humor. Salazar ostracizou os caricaturistas, alguns de génio, que se refugiaram no quotidiano e nos costumes, sendo-lhe em absoluto interdito a caricatura política. Quem não se lembra da extinção do “Sempre Fixe” e dos constrangimentos sofridos por Francisco Valença ou por Stuart? Quando Marcelo Caetano tentou, sem êxito, “liberalizar” o peso da ditadura permitiu o aparecimento de duas, três inocentes caricaturas dele próprio, o que constituiu uma grande novidade. Foi sol de pouca dura.
 
    Ao contrário, os regimes de liberdade sabem que a sátira é um dos meios de reforço e aperfeiçoamento das instituições e dos homens. Já diziam os antigos: “Rident castigat mores”.
      
       Ao longo destes mais de vinte anos de democracia, tenho sido um dos alvos privilegiados de nossa democracia satírica, o que muito me honra.
   
       A circunstância de ter estado presente em diversas funções, tornou natural que assim acontecesse, à semelhança de tantos protagonistas, de todos os quadrantes, destas duas décadas tão ricas, interessantes e contraditórias. No que se me refere, houve outras razões de peso: a configuração física que acaso se presta particularmente à caricatura – as bochechas são, por exemplo, tema obrigatório dos caricaturistas -, o estilo um tanto descontraído, a propensão para o improviso, sem grande medo do ridículo, a resposta pronta, que não exclui – como é inevitável quando se trabalha sobre os acontecimentos e sem arame – uma ou outra gaffe…
           
        Tudo isto tem servido de pretexto aos caricaturistas. E, também, naturalmente, os meus actos que mereceram reprovações, crítica, inevitáveis discordâncias, Por vezes, violentas e muito corrosivas.
          
        Tenho-me esforçado, todavia, por considerar as caricaturas que de mim fazem como matéria de reflexão, achando-lhe quase sempre graça, mesmo que as considere tremendamente injustas. Com a passagem do tempo e a distância que traz, verifico que a sátira, frequentemente, perde muito da sua agressividade e que os autores e os visados se podem com ela divertir em conjunto. E o diálogo que daí ocorre acaba por tornar-se um salutar exercício democrático.
           
       A exposição que tive a ideia de promover no Palácio de Belém representa, em primeiro lugar, uma homenagem aos caricaturistas portugueses, que admiro e entre os quais conto alguns amigos. Todavia, a organização e os critérios de selecção dos autores da exposição não me pertence, mas ao coordenador Osvaldo macedo de Sousa, especialista em história do humor gráfico português.
A caricatura política foi um dos meios de luta contra a ditadura e, por isso, sempre reprimida, de diversas maneiras, pela censura. Com razão, aliás, do ponto de vista dos ditadores, porque a caricatura é uma arma terrível!
           
Baltazar Ortega
         Depois do 25 de Abril, e com o restabelecimento da liberdade de expressão, a charge política adquiriu um grande fulgor. Apareceram cartoonistas que, com grande originalidade e talento, renovaram a tradição portuguesa, entroncando-a no movimento do cartoonismo internacional mais avançado, e elevando-o ao nível do genial Raphael Bordallo Pinheiro. Nos conturbados e contraditórios anos da Revolução de Abril, o cartoon foi, frequentemente, o comentário crítico mais inteligente e lapidar dos acontecimentos.
      
Augusto Cid
      Com a institucionalização da democracia, seguiu o seu caminho, na pluralidade das sensibilidades dos vários artistas que a têm cultivado. Quase sempre, com muito talento, reconhecimento nacional e internacional, tendo ganho, justamente, em toda a comunicação social, incluindo a televisão, direito de cidade.
           
Zé Manel
       Esta exposição, realizada no Palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República, que quis aberta ao público, pretende ter também um sentido pedagógico – lembrar que todos erramos e, por isso mesmo, devemos ser criticados, em particular os políticos, e saber corrigir a nossa acção através da crítica. É essa a superioridade da democracia.
           
António
O riso é uma forma de inteligência e o talento para o provocar é um grande dom só concedido a alguns seres humanos.

                                                                                              Mário Soares

Pedro Metello

Rui Pimentel

Maia

Pedro Palma

Joana Campante

Carlos Laranjeira

Henrique Monteiro

Francisco Rocha


Mário Soares (Lisboa 7.12.1924 / 7.1.2017) em cartoons de Vasco Gargalo




International Exhibition Satyrykon 2017, Poland

Participation conditions
1. SATYRYKON 2017 International Exhibition is an open competition.
2. The objects of the competition are drawings, graphics and other works of fine arts and photography created with the use of optional techniques, being originals, completed within the recent two years (2016-2017), and qualified by artists to section:
SECTION I – THEME: TOLERANCE
SECTION II – JOKE AND SATIRE
(drawing without captions preferred)
3. WORKS AWARDED IN OTHER COMPETITIONS will be excluded from the competition SATYRYKON.
4. The format of works – maximum A3 (297 x 420 mm).
5. Works should be sent or delivered by February 6, 2017 (date of the postmark), packed in a protective cover to:
SATYRYKON – Legnica 2017
International Exhibition
Chojnowska 2, 59-220 Legnica, Poland
Organisers are not responsible for transport damages.
THE PARTICIPANTS ARE KINDLY ASKED NOT TO POST, THE WORKS VIA ELECTRONIC MEANS AS THESE WILL NOT BE ACCEPTED FOR THE COMPETITION.
6. Participation in the competition is free of charge. However, organisers reserve the right to include one of the submitted works in the Satyrykon Gallery. The work, chosen by the author, will in this way cover our costs of mailing.
7. Works should be accompanied by their author’s photo or caricature, a short biographical note and a filled 
application form (PLEASE USE CAPITALS).
Prizes
1. Works for the competition will be qualified by the international Jury.
2. The Jury will award the following prizes:
GRAND PRIX SATYRYKON 2017 - pure gold key and purse amounting to 8,000 PLN
2 gold medals and purses amounting to 6.000 PLN
2 silver medals and purses amounting to 5.500 PLN
2 bronze medals and purses amounting to 5.000 PLN
and 4 special prizes amounting to 4.000 PLN each
Director of Legnica Culture Centre for a photography work in amount of 4,000 PLN award
Mayor of Legnica award in amount of 4.000 PLN
The organisers are expecting extra awards for laureates: for Author of THE BEST DEBUT and Author of THE STUDENT DEBUT to be accompanied by a solo exhibition at the Satyrykon Gallery within the programme of SATYRYKON 2017 events.
Jury has the right of final distribution of the statutory prizes, change of their amount, or non – awarding them or non – awarding the GRAND PRIX SATYRYKON. Jury’s decisions are final.
The competition results will be announced on March 1, 2017 at Satyrykon web site: 
www.satyrykon.pl
No t e !
AWARDS ARE SUBJECT TO TAXATION ACCORDING TO THE CURRENT REGULATIONS. The condition to pay the authors is their arrival for the opening of the exhibition and collection of their awards by December 15, 2017, or it can be transferred into a bank account in a currency specified by the author.
Participants’ privileges
1. Authors of work qualified to the exhibition are given a presentation copy of the exhibition catalogue.
2. Organisers provide competition prize-winners with gratuitous participation in the SATYRYKON 2017 event on June 15-18, 2017.
3. Works sent to the exhibitions will be exhibited in the country and abroad after the main exhibition, and then will be returned to their authors by the end of 2018.
WE KINDLY ASK THE AUTHORS TO NOTIFY US ABOUT ANY CHANGES TO THEIR ADDRESS DATA – RETURN ADDRESS / PHONE / E-MAIL.
Final provisions
1. Organisers reserve the right to use the sent works for SATYRYKON advertising purposes without any special fees paid to the authors: to be exhibited and reproduced in a variety of advertising materials, as well as printed and circulated in catalogues.
2. The prize-winning works become the property of the organisers and will be included in the collection of the Satyrykon Gallery.
3. The exhibition organisers are the final judges in interpretation of the regulations.
4. Sending her/his work the artist agrees to the mentioned above rules and regulations and agree to publishing of the author’s profile in the post-exhibition catalogue.
5. Legnica Culture Centre (+4876 72-33-700; e-mail: 
lck@lck.art.pl) and Satyrykon Foundation (+48 76 852-23-44; e-mail: satyrykon@wp.pl – PL 59-220 Legnica, Chojnowska 2 – are organisers of the International Exhibition SATYRYKON – Legnica 2017.
T i m e t a b l e:
Deadline for works reception February 6, 2017
(date of the postmark)
Jury meeting February 17-19, 2017
Post-competition exhibition June 8 – August 27, 2017
Return of works after the exhibition cycle December 31, 2018.
Source: http://en.satyrykon.pl/regulamin/

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