Monday, May 19, 2008

Sporting ganha a Taça de Portugal, por Henrique


Este post é honra à minha mulher sportinguista. Eu boavisteiro de nascimento não me posso orgulhar das direcções mafiosas do meu clube. Só não percebo porque é que o F.C.Porto tem tratamento previligiado

http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

Earthquake in Chine 3a. by Alexei Talimonov

Alexei Talimonov
Website: http://alexei.mysite.wanadoo-members.co.uk/


Ukrainian born Alexei Talimonov is a successful and award-winning cartoonist and illustrator. He is a member of The Cartoonists’ Club of Great Britain and the FECO. Alexei has exhibited his works worldwide. His cartoons have been published in newspapers and magazines since 1978. Four books of his cartoons were published in Russia, Ukraine and UK. Also Alexei has illustrated several books. More then 5,000 of his drawings have been published in various newspapers and magazines in the UK, Russia, Ukraine, USA, Canada, Germany, Italy, Iran, China and other countries. Amongst the British periodicals publishing his works are The Lancet, New Statesman, The Oldie, The Spectator, Prospect, Ethical Consumer Magazine, Writers’ Forum, Music Teacher and others.
In Russia Alexei Talimonov’s cartoons have been published in the leading newspapers and magazines of the country, such as Izvestiia, Pravda, Trud, Literaturnaia Gazeta, Krokodil, Zdorov’e, Argumenty i Fakty and others.
Alexei Talimonov regularly participates in international exhibitions and contests. He himself is well known for his support of artists in Russia and other countries of the CIS. In 1994 Alexey Talimonov was awarded the International Goncharov Award as “The Patron of Arts.”

O Humor de Rene.Bouschet




O Humor de Hamad al Gayeb


I don't know how they called you "trouble maker" and you don't know how to do simple problems!! "

Sunday, May 18, 2008

El Viernes de 16 de Maio



Saturday, May 17, 2008

O Humor de Rene.Bouschet





O Humor de Hamad al Gayeb

" No sir .. I suppose to import all types of democracy to my country!! "

60 Anos de Israel por Abdul-Hadi Shala



FICÇÕES NO AR DO HUMOR

Por: Osvaldo Macedo de Sousa

Será que tudo não passa de uma ficção, de um reflexo de sombras no fundo da caverna da nossa existência, manuseadas consoante os interesses dos Diógenes no poder?
Na vida contemporânea é cada vez mais difícil discernir onde começa a ficção e acaba a realidade; onde termina o real e inicia a fantasia; onde se desenvolve o sonho e se divaga no pesadelo… porque se uns vivem nas nuvens, a maioria não consegue ver mais além do miradouro da sobrevivência quotidiana.
Será essa a realidade, a luta diária na selva da sobrevivência? Somos Homens ou bichos?
Será que os animais também têm ficções na sua vida? Se têm, não são cómicas, já que o ser humano tem o monopólio (será?) desse grão divino do riso. Bem, a hiena come merda e ri. Mas, ri de quê? Certamente é uma ironista (não uma humorista) que ri, sem saber que o faz, porque segundo os cientistas elas não têm o poder da ficção para desenvolver a inteligência da comicidade. Contudo, nunca repararam no sorriso do tubarão ou do crocodilo quando mastiga um Homem? Ou o sorriso do touro quando volteia o toureiro no ar ??… ???
Partindo do pressuposto, já que a ciência nos está sempre a surpreender com novas descobertas, que os animais não sabem ser ficcionistas, não deixam de conseguir moldar a sua existência na evolução da espécie. São criativas no “existencialismo”. Isto para não falar do animal político, um ser camaleónico, sempre em mutação, seja encarnando a grande porca (da politica), seja depenado no papagaio da retórica parlamentar, enraivecido no cão selvagem das finanças, maquiavelizado na raposa matreira das gestões publicas…. Mas isto tudo são ficções do Esopo e de La Fontaine.
Este ano o Moura BD é dedicado à temática da Ficção Cientifica porém como hoje em dia tudo é cientifico, até a politica, a apresentação da moda, a estruturação das empresas… temos alguma dificuldade em enquadrar o género humorístico nesta temática.
Todo o humorista é um ficcionista com alguma cientificidade, mas muito empirismo. É um ficcionista que na sua ingenuidade sonha com mundos melhores, com “bons selvagens” na política. Acreditam que com um sorriso nos lábios ou com a revolução de uma gargalhada desmascaram os corruptos, os caciques, os ditadores, os oportunistas. Mas tudo não passa de uma ficção nada cientifica.
Apesar disso existe um certo paralelismo entre os criadores humoristas e os criadores de ficções científicas. Ambos partem da realidade para o sonho. O sonho dos ficcionistas é a eventualidade do futuro, enquanto que o dos humoristas é a eventualidade do presente.
Ficcionar a vida é a arte dos sonhadores, voando uns para o mundo da fantasia, aterrando outros de “trombas” nas crueldades da realidade sem contudo descartarem o sonho. Quando à fantasia se associam divagações de tecnologias avançadas, a descobrir, a idealizar, então andamos por esse mundo de ficcionismo científico.
Se nos associarmos a meditações critico-filosóficas acabamos por dar o trambolhão dos incautos do riso e viajar pelo humor. Ficção Cientifica e Humorismo gráfico, curiosamente poucas vezes foram companheiras da mesma aventura, porque com o humor não se brinca….O que não quer dizer que noutras ficções mais narrativas, como a BD, literatura… o humor não tenha acompanhado as divagações futuristas dos criadores.
A ficção científica é uma criação que, partindo de um mundo real, ultrapassando-o com divagações tecnológicas, reconstrói-o no outro lado do espelho como um mundo paralelo. Esse universo fantástico, parecendo longínquo na sua apresentação, na realidade parte de fundamentos concretos, de conquistas por divulgar ou por explorar. Pela cenografia e enredo parecem fantasias futuristas extraordinárias. Quando o leitor olha para essas deambulações não procura, nem necessita de um contraponto real para os aceitar, antes navega nos novos mundos com prazer. É o campo do futurismo, de universos oníricos vestido de cenografias e figurinos extravagantes.
O humorismo, para atingir os seus objectivos parte da realidade, viaja pela ficção, mas tem de regressar com um ponto de vista reconhecível. Tem de ter obrigatoriamente um contraponto na realidade para que em contraste, em incongruência, em grotesco possa despoletar a chispa de humor e fazer-nos rir ou sorrir. O humor vive do conhecimento, da cultura do público, porque se este não estiver na mesma onda de conhecimento, não compreenderá a “graça”, não transformará a ideia em riso.
O riso é a explosão de satisfação pela realização da descoberta. É o prazer por ter conseguido seguir a lógica da ilógica do pensamento humorístico, razão pela qual tem de possuir no seu intelecto os códigos culturais, de sabedoria para os compreender.
Talvez por isso, o humorista tenha alguma dificuldade em fazer humor com as ficções científicas, já que essa via os obriga a ter conhecimento profundo sobre essa matéria, para poderem ter um distanciamento critico-cientifico humorístico para brincarem com dignidade com o assunto. Por outro lado ele necessita também de ter presente até que ponto o público domina, e compreenderá as suas deambulações ficcionais. Finalmente, é necessário que o público tenha a cultura suficiente, não só para compreender, mas sobretudo para encontrar a dimensão humorística. Se compreender, mas não encontrar a linha que o desenhador elaborou pelo grotesco, então é um fracasso no âmbito da comicidade. O público terá que ter a mesma dimensão de conhecimento para a paródia, a alegoria, ou o humor resultar.
Enquanto na literatura, na narrativa gráfica, ou mesmo na ilustração os devaneios ciêncio-futuristas são enquadrados numa ficção especial, com pormenores explicados ao correr da pena, no humor gráfico de uma imagem simples e imediatista, não é possível dar explicações extras ao público para que ele compreenda a síntese. Sim, de síntese se trata o humor gráfico, uma imagem que vale milhares de palavras mas apenas para quem as saiba escutar nos espaços, para quem saiba ler nas entrelinhas.
As confluências que iremos encontrar ao longo da história entre o humor e a ficção científica estão ligadas aos avanços tecnológicos reais, ou desejados, que se tornam míticos por se considerarem como sonhos com aparência do inatingível para o comum dos mortais.
As primeiras ficções humanas deste género são portanto oníricas, e apesar de hoje podermos encará-las como cientificas e até humorísticas pelo seu grotesco, na época eram mais a sombra dos pavores que dominava a alma da sociedade, o pavor pelo desconhecido, pelo infindável do universo. Falo dos monstros fantasiados pelos marinheiros, pelos descobridores e aventureiros que tentavam ir mais além dos mundos conhecidos, dos seres fantásticos desenhados no mapa-múndi. São figuras ditas cientificas do “fim do mundo” ou mitológicos que acabaram por não corresponder à realidade.
Se na térrea visão havia pesadelos fantasistas, no céu onde viviam os deuses, donde podia cair todas as fatalidades do desconhecido, criou-se um campo ainda maior de futurismos e extravagancias cientifico-fantasistas. Desde muito cedo a mente humana voou pelos espaços infindáveis à procura dos sonhos, de razões filosóficas para a nossa existência, para a nossa triste vida.
O espaço passou a ser, para além das estrelas onde estava escrito não só o nosso passado como o nosso futuro, também a casa dos deuses, o caminho donde viemos, ou donde poderão vir outros mundos. Aí se instalaram os céus divinos. Dai se descreveram a chegadas de carros de fogo com seres extraordinários. Para aí tentou caminhar Ícaro com suas asas de cera. Para aí se idealiza o inicio de uma relação em “Lua de Mel”.
A fantasia dos humoristas gráficos da idade contemporânea viajou nos astros, idealizou personagens mecânicos, parodiou a vida, não como uma ficção científica, mas como uma ciência ficcionada.
As duas primeiras provocações, com que se confrontaram no âmbito das tecnologias foi com a máquina a vapor e com a máquina fotográfica.
O vapor, apesar de já ser conhecido desde a Idade Clássica em engrenagens “divinas” e brinquedos desenvolvidos pelos Gregos, foi esquecido durante séculos para só vir revolucionar a sociedade no séc. XIX.
Aquando do desenvolvimento da caricatura já o vapor estava implantado na sociedade ocidental, mas continuava a parecer, aos olhos incrédulos do povo como uma máquina diabólica saída da mente de cientistas loucos. O mesmo acontecerá com os primeiros carros, invenções assassinas criadas apenas para atemorizar os homens de boa fé. Só com o tempo, e através da experiência da utilidade destas máquinas, essas criações deixaram de pertencer ao mundo mitológico da ficção científica, para se banalizar no quotidiano e não se passar sem a sua existência.
Em relação á exploração do mundo com uso e abuso das máquinas, Júlio Verne será um escritor extraordinário que não só familiarizou os leitores com a ficção científica, como instruiria a sociedade das potencialidades das máquinas. Portugal, apesar do alto nível de analfabetismo no séc. XIX, estava sempre a par das novidades literárias europeias, principalmente francesas, e apesar de poder não ser compreendido pela maioria dos leitores, Raphael Bordallo Pinheiro acabará por fazer uma alusão ao livro “Volta ao Mundo em Oitenta Dias” de Júlio Verne em 1883, com um desenho comentário. Génio da ficção cientifica, Verne encontrou em Raphael um apreciador, pelo menos desta aventura.
Quanto à máquina fotográfica, era uma engrenagem diabólica que enclausurava as almas num papel; era uma caixa mágica que vinha alterar profundamente a visão do mundo. Deu uma nova perspectiva do espaço, encurtando distâncias, já que colocava uma paisagem, uma personagem, uma cultura que se situava a milhares de quilómetros, á distância de um simples olhar. Dessa forma se desmistificou seres, revelou culturas, criou novas perspectivas do já conhecido… Essa caixa mágica que desconstruiu ficções, criando outras; que descarnou a realidade crua; que revelou mundos exóticos ou fantasistas mais parecia a criação de um irreverente caricaturista, do que o resultado de investigações tecnológicas. É verdade que Nadar, um dos grandes pioneiros da fotografia era também caricaturista do desenho que procurava novas visões do mundo através das tecnologias, que procurava fixar o momento instantâneo do mundo como registo de um presente que passa rapidamente e se transforma em passado num piscar dos olhos.
Em Portugal, de imediato, houve alguns indivíduos que se equipararam com tecnologia para também eles divagarem pela imagem do nosso povo, da nossa terra. Raphael Bordallo Pinheiro, o grande mestre do jornalismo e da caricatura em Portugal (que este ano comemoramos o centenário do seu falecimento) não possuía nenhuma destas máquinas. Era um humorista irreverente, que retratava satiricamente a sociedade, que explorava o retrato-charge para fixar em ironia os políticos e demais homens que se destacavam para poderem pertencer ao álbum das glórias nacionais. Era um indivíduo incómodo para o poder porque “retratava” de forma grotesca os governantes, razão suficiente para as Finanças, sedenta de impostos, o cadastrasse não como artista, ou jornalista, mas como retratista fotográfico. Retratistas eram indivíduos possuidores de máquinas fotográficas (na altura não eram de bolso mas enormes). Quem tem máquinas para o seu trabalho é porque é um industrial. Quem é industrial tem que pagar impostos como tal, como empresário. Por essa razão Raphael, o retratista-charge dos governos tinha que pagar impostos como retratista fotográfico, mesmo que não usasse ou não possuísse tal máquina que roubava as almas, o fácies político.
A fotografia era algo que atemorizava os Homens incrédulos cientificamente, encarando essas máquinas como diabólicas. Porém por mais ficções que tentassem desenvolver á sua volta, ela só queria ser um instrumento de registo dos momentos, dos eventos, das viagens. Rapidamente se assumiu como peça importante do jornalismo, não só como técnica de registo, como logo a seguir como técnica de impressão na imprensa.
Nadar, que também tinha a obsessão do espaço, levou a sua máquina para o céu de Paris, juntando duas fantasias do Homem, a imagem e o espaço. As viagens deram espaço a essas ficções que tinham por comum o termo viação, acrescentando-lhe também o “a”, em aviação. Os carros, os aviões dominaram a velocidade das mentes criativas, que do Balão conseguiram passar para o aeroplano, recuperando o ar insuflado nos Zepelins, passando pelo avião, o helicóptero, o foguetão.
A Guerra não é uma ficção, é uma tragédia que o Homem leva colada ao seu ADN. A única forma do ser humano sair desse atoleiro da animalidade política, é pela irreverência do riso, é divagar sobre a loucura com a loucura do grotesco. Seja pela via do Dadaismo, surrealismo, abstraccionismo… a alma artística foge á anárquica realidade, para criar um novo mundo de anarquia estética onde se possa ainda sonhar com a salvação da humanidade. Essas irreverências estéticas acabam sempre por possuir o riso dentro de si, de forma assumida como humor, seja em ironia disfarçada. Os intelectos que recusam o humor, defendendo a seriedade da arte pela arte, mais não fazem que usar a má comicidade dos objectos, dos seres, das cores para fingirem que acabaram de descobrir o indescobrivel. A todos esses está reservado o reino dos céus naif, nesta sociedade humorística, em que se transformou a Idade contemporânea.
Quem segue a via do humor, sem medo, sem vergonha, com ousadia e irreverência lhe está designado o inferno do quotidiano. È com ele que o artista trabalha e para quem trabalha.
Dentro dos ficcionistas gráficos, aqueles que desenvolvem a narrativa ainda podem sonhar com “Super-Heróis” que nos vêm salvar de todas as ameaças dos “homens maus”. Aqui a ficção cientifica é um campo de girassóis florescente, mas quando o humorista descarna a realidade, demonstrando quão grotesco é o ser humano, não há super que nos valha, apenas uma boa gargalhada na cara do perigo. Sempre é melhor rir que cuspir, para nos defendermos do vento.
Após o dilúvio de cuspidelas, dizem que vem a bonança. Após a destruição total, virá algo mais? Claro, mais não seja as máquinas que substituem o Homem e nos dão tempo para desfrutar a vida.
O Robot, esse ser “maravilhoso” que faz tudo por nós é um sonho que se tornou realidade, depois de tantos anos como simples ficção científica. Já se falavam dessas máquinas nos tempos dos Gregos Clássicos, que ajudavam os homens da religião a manter ilusões divinas. Máquinas que poucos conheciam, mas que faziam mexer os mecanismos milagrosos dos oráculos.
Com o séc. XIX, a Revolução Industrial, o Robot renasce como ficção, mas também como realidade que tem sido construída lentamente por experimentalismo. As máquinas souberam crescer, souberam conquistar memórias, inteligência… mas ainda estão sob controlo humano, porque ainda não tem autonomia criativa.
Esse dom ainda pertence ao Homem, e de inventores todos temos um pouco. Uns inventam desculpas por chegarem tarde ao trabalho, a casa com ficções tão cientificamente estudadas que logo se desmascaram. Outros inventam formas de estar no emprego, sem trabalhar, ou mesmo de não pôr lá os pés. Outros formas de tornear a vida com facilidades.
Stuart Carvalhais foi um deles, um artista que de tanto “mentir” sobre a vida, se tornou um dos maiores humoristas do séc. XX. Ele inventou quão filosófica pode ser a vida dos “perdidos na vida”; quão poética pode ser um simples caminhar de varinas; quão séria é a queda de um bêbado, ou o desespero de um genro… Fez da vida quotidiana uma grande ficção científica.
Nesta efervescência de fantasias humorísticas que Portugal tem a felicidade de ser prolífero, já que somos um povo de inventores, de desenrascadores, de improvisadores do quotidiano poderíamos falar em muitos mais criadores humoristas, mas alma paralela de Stuart temos um Francisco Valença. Um homem que de tanto trabalhar a arqueologia (como desenhador técnico) via melhor o futuro com um sorriso no presente. Subjugados aos olhares censórios do regime, foram grandes ficcionistas que com a cientificidade do humor souberam criar novos mundos de humor, dentro do mundo corriqueiro que era a simples sobrevivência sob a ditadura da tristeza. Para tudo havia solução no riso ou sorriso, desde a segurança viária, como a segurança de pensamento.
Foram tempos em que a ficção política não se podia desenvolver, por questões de segurança de estado, não fosse um humorista inventar que se poderia governar em democracia. Foram tempos em que foi posta em risco o futuro da inteligência humana, em que as mentes foram obrigadas a rir-se nas entrelinhas da ficção anedótica,
O futuro da humanidade depois de tudo terem descoberto no planeta terra (ou pensarem que tudo conheciam), o Homem voltou a dirigir o seu olhar para os céus à procura do que os astros lhes reservavam. Não satisfeitos com as previsões dos astrólogos que são semelhantes ás previsões do tempo, resolveram dar mais apoio aos astrónomos. Novos territórios havia para conquistar, e se não se conseguia ver, pelo telescópio, “índios” na lua, de certeza que eles por ali andavam escondidos, emboscados bem perto para nos assaltarem. De certeza que o Planeta Marte seria o local ideal que qualquer estratega usaria como base de invasão.
Se o Planeta era vermelho para se distinguirem melhor, de certeza que deveriam ser verdes. Teriam orelhas de corneta, porque passavam o tempo a coscuvilhar as conversas da terra… Mas afinal quem são os humoristas, os da ficção científica ou os contadores de anedotas? Alem disso as suas naves não podiam ser como as nossas, já que pertencem a civilizações mais avançadas e, como toda gente sabe, o que fez andar a civilização foi a roda, então suas naves seriam redondas como a roda, para rodarem mais rapidamente pelo espaço. È certo que para além da roda, o que o povo menos conhece mas que tenta diariamente descortinar no universo da sobrevivência, são as moedas, esses objectos redondos que rapidamente voam dos nossos bolos.
Foram então décadas de obsessão por marcianos, por invasões do espaço sideral alimentadas por relatos de visões de luzes estranhas que possuíam velocidades astronómicas, que nos vigiavam nos momentos mais conturbados da nossa história, para além dos relatos de navios e aviões desaparecidos no triangulo das Bermudas. Perante o desconhecimento, perante tantas dúvidas nada como enfrentar os medos com o riso e contar umas boas anedotas sobre o caso. Os estúpidos, os grotescos passaram a ser os extra-terrestres no imaginário anedótico.
Eram tempos em que as Nações mais desenvolvidas tecnologicamente começaram a corrida para o espaço, não só por questões de orgulho nacionalista, como por sonharem com a conquista de novos territórios, novas colónias espaciais. A ganância por vezes dá seus frutos científicos, já que para se ganhar dinheiro é necessário investir dinheiro, e da impotência de se levantar um foguete para além da atmosfera, se ultrapassou para além da estratosfera. Duas potências correram contra o tempo para serem os primeiros, já que o segundo é do grupo dos últimos. Depois dos foguetões, vieram os satélites…
O primeiro satélite lançado no espaço foi obra dos soviéticos. Foi baptizado como “Sputnik”, o qual passou a poluir o espaço com um “bip, bip…” constante que incomodou por muito tempo o sonho americano, nesse pesadelo de ser sempre o segundo. Contudo no imaginário do povo esse “bip, bip”, teria muito mais força que uma simples bola a girar á volta da nossa cabeça, era algo mais profundo e em Portugal de imediato passou a pertencer á gíria popular como símbolo de supositório. Se estava doente nada como um sputnik pelo rabo acima. O supositório também era um objecto de ficção científica, pois para muitos não compreendiam como uma coisa que entra por onde se deita fora, possa curar doenças que se situam noutros espaços mais nobres.
Depois da era de Marte, depois de se esgotarem as anedotas marcianas, este tema criativo esmoreceu, renascendo o eterno fascínio por aquela rocha ambulante que tem feito sonhar a humanidade ao longo dos séculos, a Lua. Não bastava olha-la na sua distancia tranquilizadora. Não bastava temer o seu desaparecimento periódico, ou ela influenciar os períodos terrestres. Era necessário ir lá, se possível enterrar a bandeira da nação para reivindicar a sua posse, para mais tarde recordar, já que ainda não é possível urbaniza-la. Foi um pequeno passo do homem Armstrong, um grande passo para a humanidade que se concretizou em 1969. Ainda hoje há muita gente que não acredita que já lá estivemos, e que o que se vê nas televisões mais não é que uma montagem de Hollywood, uma criação da ficção cientifica.
Nesta corrida entre americanos e soviéticos acabaria por ser ganha pelos americanos, após terem sido sempre segundos no lançamento do primeiro satélite, no envio de um animal para o espaço e de por um Homem em orbita.
A forma da Lua, a sua composição, o que ela tinha no lado escondido, os fatos espaciais, os foguetões foi um mar turbulento para a imaginação fantasista dos humoristas, que se aproveitaram para descarregar suas ideias e dessa forma preencher as páginas vazios dos jornais que lhe pagavam para terem graça e divertirem o povo stressado com a conjuntura politico económica, obcecado pelas dificuldades da sobrevivência económica do Jet7… Em Portugal foi essencialmente importante, já que dava uma aragem nova ás corriqueiras anedotas de bêbados e sogras, temática em que tinha caído o nosso humor gráfico: Viviam-se tempos de ditadura, de censura em que a politica governamental, ou a sátira social sobre a miséria e exploração eram proibidas.
Apesar de tudo, poder-se-ia ter explorado mais este filão, só que como a cultura espacial do nosso povo e dos próprios humoristas era muito limitada, também não seria muito conveniente entrar demasiado nesse mundo desconhecido, não fosse cair no buraco negro da PIDE que veria entre linhas o incentivo a Super Novas…
Em 1974, com a revolução para a Democracia, os caricaturistas tomaram posse de novos mundos políticos, preferindo outras estrelas de pés de barro que povoam a constelação das nossas desgovernações. È a era do fundamentalismo político, ou futebolístico, em que nada mais interessa ao Homem. Foram tempos de novas naves cruzarem os nossos ares, tempos de sonharmos com outras ficções científicas, tempos de sonharmos com Super-Herois que nos salvassem dos pesadelos quotidianos, que nos salvassem destes “homens maus”…
Ainda não conseguimos acordar desse pesadelo, sair da Guerra das Estrelas, contudo o cansaço de olhar sempre para os mesmos asteróides sem brilho, outros interesses se desenvolveram e o humor procura de tempos a tempos retratar outras vivências, outras existências.
Hoje o espaço está de novo no interesse social, não só porque a Europa também tem o seu projecto espacial, como Portugal está integrado nas forças científicas que o desenvolvem. Inclusive já temos o nosso satélite. A grande maioria não sabe para que serve, mas temos muito orgulho nele.
Quanto a ficções cientificas isto está cada vez mais difícil, porque a velocidade da luz é tão estonteante, que mal fechamos os olhos já temos novas realidades, seja nos telemóveis, nos computadores, nas novas naves que cruzam o espaço, nas novas armas que nos destroem… contudo nada trava a mente humana e há sempre algo mais além, pelo menos um sorriso de condescendência pela pequenez do Homem perante o Universo.
Pelo sorriso o mundo pula e avança, como um planeta colorido nas mãos dos humoristas. Enquanto soubermos rir das nossas desgraças, das nossas ficções e fixações poderemos pensar que há esperança para esta humanidade da terra, porque de outras humanidades noutros planetas eles que se preocupem com isso.
A nossa preocupação é mesmo saber se tudo isto que nos rodeia é mesmo uma anedota. Será que tudo não passa de uma ficção política, e a realidade cientifica não passa de um shoping-center onde nos perdemos sob o poder de um cartão de crédito? Será que a América existe e nós apenas somos uma sombra na caverna de Platão? Será que o “Super-homem” existe e o que vimos cruzar o céu, não é nem um pássaro nem um avião? Será que…

Friday, May 16, 2008

IV Fest. Int. de BD de Beja



15 dias de Festival... 15 dias de

Programação Paralela...Consultar http://www.festivalbdbeja.net/

DIA 16, SEXTA-FEIRA
Das 21h00 às 21h45Dois dedos de conversaBanda Desenhada e Salazarismo, com Ruben de Carvalho.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Dia 17, SÁBADO
Das 10h00 às 14h00 MARATONA – 4 horas a escrever / 4 horas a desenhar (aberta a todos os interessados), com a participação do Atelier Permanente de Escrita Criativa da Casa da Cultura, coordenado por David Silva (António Bettencourt, António Toscano, Carla Ferreira, Cristina Coroa, Gabriela Pó, Inês Sousa, Miguel Pereira, Nélia Simões e Rafael Matias), e com a participação do Toupeira – Atelier de Banda Desenhada (Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Inês Freitas, Lam, Lobato, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Susa Monteiro, Véte, Vítor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro).Local: Mercado do Livro / Galeria exterior da Casa da Cultura.
Das 20h00 às 04h00
NOITE EXTRATERRESTRE!
Das 20h00 às 00h00Torneio de Play Station 2, da Exactcode.Inscrições: a partir de 5 de Maio na Exactcode (sem limite de vagas).Preço: 5€.Local: Átrio da Casa da Cultura.Das 23h00 às 23h30Histórias extraterrestres, por Henrique Matos.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.Das 00h00 às 04h00
CINEMA SURPRESA DO OUTRO MUNDO (entrada livre), com apresentação de José Carlos Oliveira.Intervalo para cearLocal: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
CONTACTOS
Bedeteca de Beja - Edifício da Casa da Cultura - Rua Luís de Camões7800-508 Beja
Tel.: 284313318 / 284313310
Telm.: 969660234
E-mail: http://us.f365.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=bedetecadebeja@yahoo.com

O Humor de Rene.Bouschet



Casa-Museu Leal da Câmara em Festa


Fernando Roboredo Seara, Presidente da Câmara Municipal de Sintra, convida Vª Exª, família e amigos, para assistir ao Espectáculo "Diálogo Intercultural", com a participação de grupos musicais e lúdicos das entidades ACAS - Associação Luso-Caboverdeana de Sintra, APARATI - Associação Para Timorenses, Casa Seis - Associação para o desenvolvimento comunitário, comemorativo do Dia Internacional dos Museus e do Ano Europeu para o Diálogo Intercultural, que se realizará na Casa-Museu de Leal da Câmara (Calçada da Rinchoa, 67, Rinchoa - Rio de Mouro; telefones: 21 916 43 03 / 21 916 46 10; email: museu.lcamara@cm-sintra.pt; url: www.cm-sintra.pt), no domingo, 18 de Maio de 2008, pelas 15h00m.

Com os nossos melhores cumprimentos,


Casa-Museu Leal da Câmara

Le Canard Libéré nº 63, Humor Marroquino



"Dê Voz ao Cartoon" - Cigarrinho supersónico

Os voos fretados estão a dar que fumar... digo, que falar! E o Humoral da História não podia deixar de mandar também a sua beata, com mais um concurso "Dê Voz ao Cartoon":
Uma nuvem de fumo cruza os céus da actualidade política. Tente imaginar uma piada engraçada para o balão do nosso cartoon: Envie as suas ideias (três no máximo, por participante) por correio electrónico para humoral@gmail.com , juntamente com nome, morada e telefone, até quinta-feira (29 de Maio). A mais engraçada será publicada no sábado seguinte e o seu autor receberá como prémio o desenho original autografado por Rodrigo. Ponha a criatividade a funcionar e participe.

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/322044

Fico à espera de ideias. E (cof, cof!)... apague esse cigarro (cof, cof!)..., que faz mal à saúde!...
r.

http://www.rodrigocartoon.com/

Tuesday, May 13, 2008

" DEMOCRACY is important ... But playing right with it is most important !! "



Monday, May 12, 2008

El dibujante de Jaén Arturo Molero gana el concurso de humor gráfico de la fiesta del caracol de Lleida

LLEIDA, 8 May. (EUROPA PRESS) -
El dibujante de Jaén Arturo Molero ha resultado ganador de la primera edición del Concurso Internacional de Humor Gráfico Caracolero al que se han presentado 679 dibujos procedentes de lugares tan diversos como América del Sur, China y también de toda España, informó hoy la Federación de Collas del Aplec del Cargol (Fecoll) de Lleida.
La obra es un curioso caracol hipnotizador que invita a mirar fijamente su caparazón. El concurso está organizado por la Fecoll con motivo del Aplec del Cargol, la fiesta que reunirá entre el 23 y el 26 de mayo a 12.000 peñistas y en la que se consumirán doce toneladas de caracoles. La Federación ha contado con la colaboración del colectivo de dibujantes leridanos Humoràlia.
El ganador es miembro de la Asociación Profesional de Ilustradores de Madrid y también de Viñeta '6', de su localidad natal donde impulsó los 'Encuentros sobre el cómic en Jaén'.
Molero, nacido en 1972, es autodidacta y polifacético. Ha sido guionista, copresentador y humorista de un programa de radio, es autor de viñetas de cómic y ha trabajado en el sector del diseño y la ilustración. También ha participado en varias propuestas artísticas como la II Muestra de Cómic Joven El Jueves, Ilustrado Don Quijote (Madrid), 101 Great Caricaturists and Portrait Artists of the World (Rumanía), Encuentro Internacional de Humoristas Gráficos (Granada).
En el concurso han participado 63 humoristas gráficos de España y 38 de Argentina, además de dibujantes de Irán (23), Brasil (21), China (21) o Italia (18de la República Dominicana, Indonesia, Azerbayan, Iraq, Nigeria y Uzbequistan.

Sunday, May 11, 2008

El Viernes de 9 de Maio - Ordenadores / Computadores



1º ANIMARUN_ RESTART


30 Maio a 1 de Junho

Inscrições abertas até 27 Maio
A AnimaRun é uma maratona de Animação, em que os participantes terão 48h para criar um filme de animação com base numa temática predefinida. A Animarun tem como objectivo produzir pequenos filmes de animação utilizando predominantemente tecnologias e linguagens digitais de animação e motion graphics, não excluindo a possibilidade de incorporação de técnicas tradicionais tais como o stop motion, recortes,etc…
A AnimaRun pretende ser um estímulo à criatividade duma nova geração de animadores e criadores na área da imagem.
Mecânica
As equipas (de 2 a 4 participantes) terão 48 horas para realizarem um filme de animação até 3 minutos.
O trabalho terá de ser produzido na Restart, e para tal os participantes poderão utilizar computador próprio ou os meios colocados à sua disposição na Restart:- duas salas de edição com os seguintes softwares: maya, combustion, flash, photoshop, avid;- estúdio de vídeo com duas ilhas de captura (câmara, linetest e mesa para animação de recortes, etc);- banco de sons e musicas disponível na intranet da escola. Durante as 48h os participantes terão em permanência um assistente para esclarecimento de dúvidas.Às 20h de domingo, todos os trabalhos deverão estar concluídos e entregues.
A temática do Vídeo-
Run Restart só é revelada no início da maratona, pelo que os participantes não poderão preparar nenhum material antecipadamente.
A quem se dirige
Ao público em geral, os participantes concorrem em equipas (em mínimo de 2 e um máximo de 4 elementos). Os membros da equipa deverão ter alguns conhecimentos de animação e/ou edição de vídeo.
Como vai decorrer a maratona
As equipas participantes deverão fazer a sua inscrição na Restart até ao próximo dia 27 de Maio. A concentração dos concorrentes é na Restart às 20h00 de 30/05 (sexta-feira) e terão 48 horas para realização dos filmes animados. A apresentação final será feita a partir das 22h00 de 01/06 (domingo), onde serão divulgados os resultados e exibidos todos os filmes.
Os prémios
Ainda estão a ser definidos de momento, mas serão compostos por equipamento, meios de produção, formação ou outros. Os prémios serão atribuídos por um júri composto por 3 personalidades ligadas à animação.Os filmes premiados serão enviados a Festivais Nacionais e Internacionais.
Ficha Inscrição Regulamento

informaçõesPatrícia Lopes, Rui Murça Telefone 21.8923570/4e-mail http://us.f365.mail.yahoo.com/ym/Compose?To=news@restart.pthttp://www.restart.pt/

Friday, May 09, 2008

AGORA É QUE É, COMEÇARAM AS COMEMORAÇÕES OFICIAIS DO 12º ANIVERSÁRIO DA REVISTA BÍBLIA


Dia 10 de Maio, Sábado, terá lugar no Cabaret Maxime (Praça da Alegria, nº 58 ) mais uma iniciativa da Revista Bíblia.
Com abertura das portas às 23h00, quem para lá se encaminhar terá a oportunidade de assistir
à actuação ao vivo de:
CÃO (rock de amor digital) www.myspace.com/ocao
NSEKT (sessão diferente do habitual) http://www.myspace.com/nsekt
e ainda,
DJ Vaipes (com clássicos do futuro) até às 4 da manhã!!
Será também lançado um novo número da revista nossa amiga, 365, editada por Fernando Alvim.
Esta será mesmo uma festa em grande, a festejarmos o 12º aniversário da revista Bíblia.
Saudações Cordiais, gostávamos mesmo de te ver por lá.
Tiago Gomes.
> Aproveitamos para anunciar que A Bíblia está no MySpace em http://www.myspace.com/revista_biblia e no site www.revista-biblia.com, (da autoria de empresa Go Go Pixel) convidamos a juntares-te a nós no espaço virtual.
Mais te dizemos, o próximo tema da revista Bíblia é ECOLOGIA, meio ambiente, aquecimento global, poluição, reciclagem e defesa da Terra. Quem quiser pode enviar colaborações para o mail: http://by110fd.bay110.hotmail.msn.com/cgi-bin/compose?mailto=1&msg=E45480AF-EB98-4AB5-9F5A-23520EB03B3F&start=0&len=18942&src=&type=x&to=cimagomes@gmail.com&cc=&bcc=&subject=&body=&curmbox=00000000-0000-0000-0000-000000000001&a=1e5405dc2c8eb31a ou por correio para a nossa morada, até 15 de Maio.
A quem quiser pede-se que reenvie este mail para os seus contactos.
--
Revista BíbliaRua da Boavista, nº76, 2º1200-068 LisboaTel. 213479241 e 934571627http://www.revista-biblia.com/

Rules of International Cartoon Festival “Clear Look-2008” (Russia)



1. Participants take part in the competition with an original cartoon. Cartoons must be signed by the cartoonist in case that they are submitted as computer print outs. Photographs,photocopies etc., will not be accepted.
2. Previously awarded works will not be accepted.
3. Size of cartoons should not exceed 21 x 29.7 cm (A4 paper size). Works should be submitted unframed and unmounted.
4. The Organizers will not be responsible for damage that may occur during postageand handling.
5. Competition is open to professional and amateur cartoonists from all over the world.
6. Subject is “Ecology. Pure city. Clear ideas”.
7. Participants are expected to send the filled in participation form, a short curriculum vitae and a photograph together with their cartoons. Otherwise applications will not be considered.
8. The Jury of Festival creates from the experts competent in the field of a cartoon, the fine arts. The Jury will meet in July 2008 for the selection and award of the works. The jury's decision is final and cannot be contested.
9. Award-winning cartoons will not be returned to the artists.
10. Prizes: The first place - 1800$ and «The Gold pencil»,The second place - 1100$ and «The Silver pencil»,The third place - 500$ and «The Bronze pencil».
11. Cartoons which do not win awards will be returned to the artists upon written request.
12. Participants may also leave their cartoons the Cartoon Museum, to be established by the Organizers.
13. All selected works will be displayed in an exhibition and one free copy of the exhibition catalogue will be sent to the artists whose works have been selected.
14. The cartoons will be displayed at http://look.goodideas.su/ (http://vzglyad.goodideas.su/) and may be used for promotional purposes printed or electronically or otherwise and permit third parties to reproduce them for promotional purposes of the exhibition and used without any monetary or otherwise compensation. Participants are considered to have accepted all the conditions stated herein.
15. By filling and signing the entry form, the artist undoubtedly agrees with the above-mentioned terms of the contest.16. The award ceremony will take place in Belgorod (Russia) September,
16. The exhibition on results of Cartoon Contest will pass at Belgorod children's art school.
17. Deadline for entries is July 11, 2008.
18. Address: P.O. Box 25, Eugene Kramskoy, Festival «Clear Look», Belgorod, 308015 Russia

O Humor de Erdogan Basol







Le Canard Libéré nº 62 (O Humor Marroquino)



Le Canard Libéré nº 61 (O Humor Marroquino)



Thursday, May 08, 2008

" And now with Arabic Freedom story ... From A to Z !!" by Hamad al Gayeb



Desenho do Dia



Como se desenham os sonhos - Homenagem a José Ruy

O Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem inaugura, no próximo dia 8 de Maio, pelas 19 horas, a exposição “Como se desenham os sonhos – Homenagem a José Ruy”. Trata-se de uma exposição dedicada à cidade e à sua importância no surgimento das histórias aos quadradinhos, ao seu património e ao autor José Ruy. A mostra apresenta as pranchas originais do álbum “História da Amadora em BD”.
Nesta exposição - Como se desenham os sonhos – Homenagem a José Ruy - damos a conhecer, através da criatividade do Mestre José Ruy, os maiores feitos e factos históricos da Amadora, além de parte do seu património. A mostra revela-nos, igualmente, todo o processo criativo do autor, nomeadamente para a criação dos álbuns “Levem-me nesse sonho” e “Levem-me nesse sonho… acordado” (versão mais actualizada), dedicados à História da Amadora em banda desenhada: ideia, guião, planificação, esboços e textos, a passagem à cor e o acompanhamento da impressão.
Nas duas salas da galeria de exposições, podem ser vistas as pranchas originais da História da Amadora em Banda Desenhada, fotografias da época e actuais de alguns dos elementos patrimoniais mais significativos da Cidade e objectos pessoais do autor José Ruy.
A exposição tem o propósito, igualmente, de homenagear José Ruy, autor que, com mais de sessenta anos de trabalho em prol da BD, doou a obra de toda uma vida à Amadora. São mais de cinco mil trabalhos originais, peças que constituíram a primeira pedra na construção de uma colecção única no País.
José Ruy é o artista português com o maior número de álbuns de banda desenhada, 42 títulos publicados até meados de 2008, sem contar as reedições, as versões em línguas estrangeiras, as brochuras publicitárias ou as participações em álbuns colectivos.
José Ruy nasceu na Amadora a 9 de Maio de 1930, na actual freguesia da Venda Nova. O fascínio pela banda desenhada surgiu desde cedo, ao ponto dos seus pais fazerem uma assinatura de O Mosquito, logo ao segundo número da revista. Cursou na Escola António Arroio, primeiro em Belas-Artes e depois em Litografia.
Ao longo da sua já longa carreira, José Ruy mostrou sempre toda a sua mestria. José Ruy é, igualmente, um bom Amigo.
A exposição pode ser visitada até ao dia 27 de Março de 2009, no seguinte horário:
de 2ª a 6ª feiras, das 9.30h às 12.30h e das 14h às 17.30h
As escolas interessadas em efectuar uma visita à exposição devem fazer a marcação pelo telefone (214998910) ou via endereço electrónico: amadorabd@amadorabd.com

A Crise alimentar por Carlos Seco



El Viernes



Gogue faz capa para a livro sobre Ryan Howard


Esta a capa que Gogue realizou para o livro biográfico de um dos mais importantes jogadores de basebol americano: "Ryan Howard"
Ryan Howard: King of Swing, The new baseball book about the Philadelphia Phillies Home Run King

IV Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja

Entre os dias 10 e 25 de Maio, o Festival Internacional de Banda Desenhada volta a BEJA
Como já é habitual, o Festival estende-se por todo o centro histórico: 16 exposições, distribuídas pela Casa da Cultura de Beja (o núcleo principal do evento), pela Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago, pelo Conservatório Regional do Baixo Alentejo, pelo Museu Jorge Vieira - Casa das Artes, pelo Museu Regional de Beja, e pela Pousada de S. Francisco.
Cerca de 500 pranchas de banda desenhada em exposição, mais de 80 autores de países como a Alemanha, o Brasil, a Espanha, os Estados Unidos, a França, a Inglaterra, a Itália e Portugal, no maior evento ligado à banda desenhada do Sul do país…
A Galeria do Desassossego, o Pax Julia - Teatro Municipal, e a Sociedade Capricho Bejense acolherão alguma da Programação Paralela, a par da Bedeteca de Beja (instalada no edifício da Casa da Cultura), onde decorre a maior parte.
A Casa da Cultura de Beja, Núcleo Central do FIBDB.

EXPOSIÇÕES
Casa da Cultura de Beja
DAVE MCKEAN (Inglaterra)
FILIPE ANDRADE / FILIPE PINA
FRANTZ DUCHAZEAU (França)
GIPI (Itália)
JOÃO LEMOS
MARTIN TOM DIECK (Alemanha)
NUNO SARAIVA
PEDRO LEITÃO
10 ANOS DE BD GALEGA – Organização da AGPI e da Xunta de Galicia (Espanha)
Exposição colectiva (reproduções) com Alberto Guitián, Alberto Varela, Alberto Vázquez, Andrés Meixide, Antonio Seijas, Brais Rodríguez, Carlos Portela, Dani Docampo, Das Pastoras, David Rubín, Diego Blanco, Emma Ríos, Fausto Isorna, Fernando Iglesias (Kohell), Fran Bueno, Fran Jaraba, Gochi, Hugo Covelo, Jacobo Fernández, Jaime Asensi, Javi Montes, José Gimeno, José Tomás, Kike Benlloch, Kiko da Silva, Leandro, Manel Cráneo, Marcos Calo, Miguel Porto, Miguel Robledo, Miguelanxo Prado, Norberto Fernández, Pepe Carreiro, Pinto & Chinto (David Pintor e Carlos López), Primitivo Marcos, Santy Gutierrez, Sergio Covelo, Tirso Cons, Vanessa Durán, Victor Rivas e Xaquín Marín.
JOVENS AUTORES DA AMÉRICA (Estados Unidos da América)
Exposição colectiva com Aimee Wang, Alex Uyeno, Alyse Poole, Ashley Dumonchelle, Erika Yu, Jason Hoffman, Jimmy Giegerich, Ryan Destefano, Sue Kelly e Tim Yingling.
Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago
DO PAX – FANZINE AO VENHAM + 5 – 12 ANOS DE VIAGEM
Exposição bibliográfica.

Conservatório Regional do Baixo Alentejo
DINIZ CONEFREY

Museu Jorge Vieira – Casa das Artes
OSVALDO MEDINA / PEPEDELREY
TERESA CÂMARA PESTANA

Museu Regional de Beja
SUSA MONTEIRO

Pousada de S. Francisco
TOUPEIRA
Exposição colectiva com Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Inês Freitas, Lam, Lobato, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Susa Monteiro, Véte, Vítor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro.

PROGRAMAÇÃO PARALELA
DIA 10, SÁBADO15h00 - Abertura do Festival, na Casa da Cultura, com a presença dos autores Álvaro, Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Carlos Pedro, Carlos Rocha, Catarina Guerreiro, Catarina Oliveira, Cris Carteiro, Dave Mckean, Diniz Conefrey, Diogo Campos, Diogo Carvalho, Fernando Dordio, Filipe Andrade, Filipe Pina, Filipe Teixeira, Flávio Gonçalves, Frantz Duchazeau, Gastão Travado, GEvan., Gipi, Gisela Martins, Henrique Matos, Hugo Teixeira, Inês Freitas, João Lemos, João Mascarenhas, Lam, Lobato, Luís Belerique, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Mário Freitas, Martin Tom Dieck, Nuno Duarte, Nuno Saraiva, Osvaldo Medina, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Pedro Leitão, Pepedelrey, Phermad, Ricardo Reis, Rui Ramos, Susa Monteiro, Tânia Martins, Telma Martins, Teresa Câmara Pestana, Vanessa Bettencourt, Véte, Vítor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro.
Lançamento do Splaft! n.º 4 (Bedeteca de Beja).
Visita às exposições, com a presença dos autores.
Das 16h15 às 16h30 - Lançamento do fanzine Venham + 5 n.º 5 (Bedeteca de Beja), com a presença de parte dos autores.Apresentação de Paulo Monteiro.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 16h30 às 17h00 - Lançamento do BDjornal n.º 22 (pedranocharco), por J. Machado-Dias, director.Apresentação do livro BRK (pedranocharco), por J. Machado-Dias, com os autores Filipe Andrade e Filipe Pina, e da revista de humor Moda Foca (pedranocharco), por Álvaro, director e autor. Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 17h00 às 17h15 - Lançamento do livro A Carga, de Susa Monteiro – Colecção Toupeira n.º 4 (Bedeteca de Beja), com a presença da autora.Apresentação de Paulo Monteiro.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 17h15 às 18h15 - SESSÃO DE AUTÓGRAFOSCom Dave Mckean, Diniz Conefrey, Filipe Andrade, Filipe Pina, Frantz Duchazeau, Gipi, João Lemos, Martin Tom Dieck, Nuno Saraiva, Pedro Leitão e Teresa Câmara Pestana.Local: Mercado do Livro/Galeria exterior da Casa da Cultura.
18h15 - Abertura das exposições na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago, no Conservatório Regional do Baixo Alentejo, no Museu Jorge Vieira - Casa das Artes, e na Pousada de S. Francisco.
20h15 - Abertura da exposição no Museu Regional de Beja.
Das 21h30 às 22h15 - QUIZ DE BD, organizado por Pedro Alves e Pedro Moura.Apresentado por Pedro Moura.Local: Claustro do Museu Regional de Beja.
22h15 - Lançamento do livro A tua carne é má (El Pep), de Osvaldo Medina e Pepedelrey.Apresentação de Osvaldo Medina e Pepedelrey.Sessão de autógrafos.Local: Museu Jorge Vieira – Casa das Artes.
Das 23h00 às 0ohoo - PERFORMANCE Psicho Chicken’s, de João Patrício (com sonoplastia e efeitos sonoros de João Morais). Local: Museu Jorge Vieira – Casa das Artes.
00h05FESTABallroom Beast Night 15, com o colectivo de DJs e VJs Droid ID Local: Museu Jorge Vieira – Casa das Artes.

DIA 11, DOMINGO - 14h00 - Reabertura do Festival
Das 15h00 às 15h15 - Lançamento do álbum Murmúrios das Profundezas (Edição de Autor), com os autores Diogo Campos, Diogo Carvalho, Flávio Gonçalves, Luís Belerique, Phermad, Ricardo Reis, Rui Ramos e Vanessa Bettencourt.Apresentação de Rui Ramos.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 15h15 às 15h45 - Apresentação do Plano Editorial da Kingpin Comics para 2008, por Mário Freitas, com a presença de Carlos Pedro, Catarina Oliveira, Fernando Dordio, Filipe Teixeira, GEvan., Gisela Martins, Nuno Duarte e Osvaldo Medina, autores dos livros "Super Pig - n.º 4, A Fórmula da Felicidade - vol.1, C.A.O.S. -Edição Integral, e Super Pig - vol.1.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 15h45 às 16h00 - Dois dedos de conversaAcerca do e-zine/fanzine Terminal, por Phermad (Edições DrMakete), com os autores Carlos Rocha, Catarina Guerreiro, Tânia Martins e Telma Martins, colaboradores do colectivo Terminal Studios. Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura. Das 16h00 às 16h15 - Lançamento do livro de trute ise aute der (Edições DrMakete), com os autores Cris Carteiro e Phermad.Apresentação de Phermad.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
Das 16h15 às 16h30 - Apresentação da Editora Qual Albatroz, por Marc Parchow, e dos projectos: O Menino Triste – A Essência, de João Mascarenhas; e ReEvolução 01/10, de Gastão Travado, com a presença dos autores.Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
Das 14h00 às 20h00 - EXPOSIÇÃO: Action Figures de Filipe Messias.Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
WORKSHOP - Das 16h30 às 17h30 e das 18h00 às 19h00
Workshop - Construção de Action Figures, com Filipe Messias.
Inscrições livres: a partir de 5 de Maio, na Bedeteca de Beja (limitadas a 20 participantes).
Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
TORNEIO - Das 16h30 às 20h00 - Torneio de Play Station 2, da Exactcode.Inscrições: a partir de 5 de Maio na Exactcode (sem limite de vagas).Preço: 5€.Local: Átrio da Casa da Cultura.
DE DIA 12, SEGUNDA-FEIRA, A DIA 16, SEXTA-FEIRA - Das 11h00 às 12h30Pintura ao vivo de Banda Desenhada sobre Azulejo, por Maria Santos.Local: Mercado do Livro/Galeria Exterior da Casa da Cultura.
DIA 13, TERÇA-FEIRA- -21h30 - CINEMA - MIRROR MASK, DE DAVE MCKEAN Projecção da longa-metragem Mirror Mask, e das curtas-metragens Whack!, The Week Before, Sonnet No. 138, N[eon], e Dawn. Ceia, após a projecção. Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
DIA 14, QUARTA-FEIRA - Das 10h30 às 11h30 - Dois dedos de conversa. Da Pré – História à Chili Com Carne (Uma viagem surpreendente pela Banda Desenhada), por Paulo Monteiro.Local: Universidade Sénior/Casa da Cultura.
21h30 - CINEMA 300, de Zack Snyder, baseado na banda desenhada de Frank MillerOrigem: Estados Unidos da América, 2007.Duração: 117 minutos.Preço: 3,00€Apresentação de Paulo Monteiro.Local: Auditório do Pax Julia – Teatro Municipal.
DIA 15, QUINTA-FEIRA - Lançamento do livro Let’s face the music… and dance (Bedeteca de Beja), de Henrique Matos.Apresentação de Henrique Matos.Local: Bedeteca de Beja/ Casa da Cultura.
DIA 16, SEXTA-FEIRA - Das 21h00 às 21h45Dois dedos de conversaBanda desenhada e salazarismo, com Ruben de Carvalho.Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
Dia 17, SÁBADO - Das 10h00 às 14h00MARATONA – 4 horas a escrever / 4 horas a desenhar, com a participação do Atelier Permanente de Escrita Criativa da Casa da Cultura, coordenado por David Silva (António Bettencourt, António Toscano, Carla Ferreira, Cristina Coroa, Gabriela Pó, Inês Sousa, Miguel Pereira, Nélia Simões e Rafael Matias), e com a participação do Toupeira – Atelier de Banda Desenhada (Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Inês Freitas, Lam, Lobato, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Susa Monteiro, Véte, Vítor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro).Local: Mercado do Livro/ Galeria exterior da Casa da Cultura.
Das 20h00 às 04h00 - NOITE EXTRATERRESTRE!
Das 20h00 às 00h00 - Torneio de Play Station 2, da Exactcode.Inscrições: a partir de 5 de Maio na Exactcode (sem limite de vagas).Preço: 5€.Local: Átrio da Casa da Cultura.
Das 23h00 às 23h30 - Histórias extraterrestres, por Henrique Matos.Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
00h00 - CINEMA SURPRESA DO OUTRO MUNDO (entrada livre), com apresentação de José Carlos Oliveira.Intervalo para cearLocal: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
DE DIA 19, SEGUNDA-FEIRA, A DIA 23, SEXTA-FEIRA - Das 11h00 às 12h30Pintura ao vivo de Banda Desenhada sobre Azulejo, por Maria Santos.Local: Mercado do Livro/Galeria exterior da Casa da Cultura.
DIA 19, SEGUNDA-FEIRA - - Das 21h00 às 24h00 - WORKSHOP com António Coelho (Mike goes West studio) – 1ª sessão.Serigrafia pelo Método DirectoInscrições livres (e programa disponível) a partir de 5 de Maio, na Bedeteca de Beja ou na recepção da Casa da Cultura (limitadas a 12 participantes). Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
DIA 20, TERÇA-FEIRA - -Das 21h00 às 24h00WORKSHOP com António Coelho (Mike goes West studio) – 2ª sessão.Serigrafia pelo Método Directo.Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
DIA 21, QUARTA-FEIRA - 21h30 - CINEMA 30 dias de escuridão, de David Slade, baseado na banda desenhada 30 dias de noite, de Steve Niles e Ben Templesmith.Origem: Estados Unidos / Nova Zelândia, 2007.Duração: 113 minutosPreço: 3,00€Apresentação de Paulo Monteiro.Local: Auditório do Pax Julia – Teatro Municipal.
DIA 22, QUINTA-FEIRA - Das 21h30 às 22h30NOITE DE POESIA E BANDA DESENHADA Poemas presos nos quadrados - Dramatização final de poesia a partir do livro de banda desenhada Eye, de Dave McKean, pelo Atelier Permanente de Escrita Criativa da Casa da Cultura, coordenada e dirigida por David Silva, com textos dos formandos do Atelier (António Bettencourt, Inês Sousa, Gabriela Pó, Miguel Pereira e Rafael Matias). Intervalo para o chá.Local: Galeria de Exposições Temporárias da Casa da Cultura (1º andar).
DIA 23, SEXTA-FEIRA 23h00 - CONCERTO – Electric Willow.Local: Galeria do Desassossego.
DIA 24, SÁBADO DAS 15H00 ÀS 04H00 - DIA TOKYO MOON! Com a colaboração da NCREATURES
Das 15h00 às 15h30 - Demonstração de Shiatsu, com o Mestre Matsumoto, da NIPPON TERAPIAS. Local: Mercado do Livro/Arcadas Exteriores da Casa da Cultura.
Das 15h00 às 16h00Oficina de Caligrafia Japonesa, com Noriko Kadoya. Inscrições livres: a partir de 5 de Maio, na Bedeteca de Beja (até 15 vagas).Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura. Das 15h30 às 19h00 - Sessões de Shiatsu, com o Mestre Matsumoto.Preço e duração: a designar.Local: Sala de Ballet/Casa da Cultura.
Das 16h00 às 17h00 - Oficina de Origami, com Isabel Gomes.Inscrições livres: a partir de 5 de Maio, na Bedeteca de Beja (até 15 vagas).Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
Das 17h30 às 18h00 - Cerimónia do Chá, com Noriko Kadoya.Local: Mercado do Livro/Arcadas Exteriores da Casa da Cultura.
Das 18h30 às 19h00 - Demonstração de Kendo, com Marta Freitas.Local: Mercado do Livro/Arcadas Exteriores da Casa da Cultura.
A partir das 19h30 - Jantar Japonês.Local: Galeria do Desassossego.
Das 20h00 às 00h00 - Presença da Kingpin-of-Comics no Mercado do Livro, com a venda de figuras de acção, livros e revistas de mangá, etc.Local: Mercado do Livro/Arcadas exteriores da Casa da Cultura.
Das 20h00 às 04h00 - Torneio de Play Station 2, da Exactcode.Inscrições: a partir de 5 de Maio na Exactcode (sem limite de vagas).Preço: 5€.Local: Átrio da Casa da Cultura.
Das 21h00 às 22h00 - Desenho ao vivo, pelo desenhador da série Bang Bang, Hugo Teixeira, e pela autora do colectivo Toupeira, Inês Freitas.Local: Mercado do Livro/Galeria exterior da Casa da Cultura.
Das 22h00 às 04H00 - SESSÃO ININTERRUPTA DE ANIMÉ, da NCreatures.Dobragem ao vivo, das 22h00 às 23h00, com os actores Catarina Santos, Judite Dias, Rui Carvalho, e Saúl Gaspar. Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
DIA 25, DOMINGO 16h00 TEATRO - O Avarento, de Molière, peça encenada e dirigida por David Silva (reposição do exercício final de palco do Atelier de Criação Teatral “à boca de cena”), com Ana Santos, Cristina Coroa, Inês Sousa, Isabel Gonçalves, Milene Raposo, Mónica Romão, Paula Salvador, Sara Heneni, Sara Maldonado, Sérgio Cupertino, Sofia Lameira e Zeca Vaz.Preço: 3,00€A peça será antecedida por Dois dedos de conversa, das 16h00 às 16h15, com Paulo Monteiro, subordinada ao tema Teatro e Banda Desenhada – Uma relação superficial?Local: Sociedade Capricho Bejense.
20h00 - III TERTÚLIA BD DE LISBOA EM BEJA, de Geraldes Lino.Lançamento do TERTÚLIA BDzine n.º 126, com uma banda desenhada (mangá) de Inês Freitas.Convidada especial: Inês Freitas (autora do colectivo Toupeira, de Beja)Local: Galeria do Desassossego.
0oh00Encerramento
PARA OS MAIS NOVOS…
NA BEDETECA DE BEJA/CASA DA CULTURA
WORKSHOP DE ANIMAÇÃO À LEITURA, com Pedro LeitãoDIA 12, SEGUNDA-FEIRADas 10h00 às 12h00 e das 14h30 às 16h30Workshop – As Aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho – A continuar, com Pedro Leitão (autor dos livros A Viagem no Carro Encarnado, O Leitão Azul e A Praia da Rocha Amarela). Projecção, imagem a imagem, das três bandas desenhadas, com leitura dramatizada. Realização de uma prancha de BD.Público-alvo: Alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico (Escolas com marcação).Local: Bedeteca de Beja/Casa da Cultura.
TEATRO, com Clemente TsambaDE DIA 13, TERÇA-FEIRA, A DIA 16, SEXTA-FEIRAE DE DIA 19, SEGUNDA-FEIRA, A DIA 23, SEXTA-FEIRADas 10h00 às 10h40 e das 15h00 às 15h40Visita teatralizada à exposição de Pedro Leitão, com o actor Clemente Tsamba.Texto e encenação de Clemente Tsamba.Público-alvo: Crianças dos infantários e do 1º Ciclo do Ensino Básico (com marcação).Local: Auditório da Casa da Cultura.
ILUSTRAÇÃO, com Isa CarolinaDIA 14, QUARTA-FEIRA, DIA 15, QUINTA-FEIRA,DIA 19, SEGUNDA-FEIRA, DIA 21, QUARTA-FEIRA E DIA 22, QUINTA-FEIRADas 10h30 às 11h30 (às segundas e quintas), e das 14h30 às 15h30 (às quartas)Workshop de Ilustração baseado na exposição de Pedro Leitão.Experimentação de diferentes materiais, desenho ao vivo, etc.Público-alvo: Crianças dos infantários e do 1º Ciclo do Ensino Básico (com marcação).Local: Bedeteca de Beja / Casa da Cultura.
PROGRAMAÇÃO ESPECÍFICA
NA GALERIA DO DESASSOSSEGO
Todos os jantares são jantares especiais na Galeria do Desassossego. A Chefe Rita Monteiro volta a brindar-nos com os pratos típicos das cidades, regiões ou países dos autores (ou colectivos) presentes no Festival... Todos os dias, a partir das 19h00.
DIA 13, TERÇA-FEIRAA ementa de DAVE MCKEAN (Maidenhead - Inglaterra)
DIA 14, QUARTA-FEIRAA ementa de PEPEDELREY (Fátima) e de FILIPE PINA (Santarém)
DIA 15, QUINTA-FEIRAA ementa de DINIZ CONEFREY, FILIPE ANDRADE e NUNO SARAIVA (Lisboa)
DIA 16, SEXTA-FEIRAA ementa de FRANTZ DUCHAZEAU (Angoulême - França)
DIA 17, SÁBADOA ementa de GIPI (Pisa - Itália)
DIA 20, TERÇA-FEIRA A ementa de MARTIN TOM DIECK (Oldenburg - Alemanha)
DIA 21, QUARTA-FEIRA A ementa de JOÃO LEMOS (Cascais) e de TERESA CÂMARA PESTANA (Setúbal)
DIA 22, QUINTA-FEIRA A partir das 19h00A ementa de OSVALDO MEDINA e PEDRO LEITÃO (Luanda – Angola)
DIA 23, SEXTA-FEIRAA ementa dos autores da colectiva 10 ANOS DE BD GALEGA (Galiza - Espanha)
DIA 24, SÁBADO A ementa dos autores da colectiva JOVENS AUTORES DA AMÉRICA (Estados Unidos da América) e dos apreciadores da NOITE TOKYO MOON! (Japão)
DIA 25, DOMINGO20h00A ementa do lisboeta GERALDES LINO, organizador da III TERTÚLIA BD DE LISBOA EM BEJA
MERCADO DO LIVRO
Galeria Exterior da Casa da Cultura
Editores portugueses: Assírio & Alvim; baleiazul; +BD/Mundo Fantasma; Bedeteca de Beja; Bedeteca de Lisboa; Bertrand Editora; Chili Com Carne/Mmmnnnrrrg; CNBDI; Edições ASA; Edições Devir; Edições DrMakete; Editorial Teorema; Editorial Verbo; Eduardo d’Orey (Edições de Autor); El Pep; Extractus; Gailivro; Geraldes Lino (Edições de Autor); Gradiva; Imprensa Canalha; Kingpin Comics; Meribérica/Liber; Opuntia Books; Parceria A. M. Pereira; Pedranocharco; Polvo; Prime Books; Rui Ramos (Edições de Autor); Teresa Câmara Pestana (Edições de Autor); VitaminaBD; e Witloof.
Editores espanhóis: BD Banda; Ediciones La Cúpula; Media Vaca; e Polaqia.
Editores franceses (Organização da Nouvelle Librairie Française): Cornélius; Dargaud; Denoel Graphic; Dupuis; Futuropolis; L’Association; Tartamudo; e Vertige Graphic.
ALFARRABISTAS: Loja das Colecções.
SERIGRAFIAS E ORIGINAIS
Venda de serigrafias de Mike goes West studio.
Venda de originais de Carlos Páscoa e Véte.
HORÁRIO DAS EXPOSIÇÕES
Casa da CulturaSábado, dia 10, das 15h00 às 20h00Sábados e Domingos das 10h00 às 20h00De 2ª a 6ª, das 9h00 às 23h00
Biblioteca Municipal de Beja - José SaramagoSábado, dia 10, das 18h15 às 20h00Sábados, das 14h30 às 20h002ªs, das 14h30 às 23h00De 3ª a 6ª, das 9h30 às 12h30, e das 14h30 às 23h00 Encerra aos Domingos e feriados
Conservatório Regional do Baixo AlentejoDe 2ª a 6ª, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h00Sábado, dia 10, das 18h15 às 20h00Sábados e Domingos, das 15h00 às 18h00Encerra aos feriados
Museu Jorge Vieira - Casa das ArtesSábado, dia 10, das 18h15 às 2h00Sábados e Domingos, das 14h00 às 18h00De 3ª a 6ª, das 10h00 às 12h30, e das 14h00 às 18h30Encerra às 2ªs e feriados
Museu Regional de BejaSábado, dia 10, das 20h15 às 22h00De 3ª a Domingo, das 9h30 às 12h30, e das 14h00 às 17h15Encerra às 2ªs e feriados
Pousada de S. FranciscoSábado, dia 10, das 18h15 às 23h00De 2ª a Domingo, das 9h30 às 23h00
CONTACTOS:
Bedeteca de BejaEdifício da Casa da CulturaRua Luís de Camões7800-508 BejaTel.: 284313318 / 284313310Telm.: 969660234E-mail: bedetecadebeja@yahoo.com
O FESTIVAL
Organização: Câmara Municipal de Beja / Bedeteca de Beja Parceria: Museu Regional de Beja / Associação Para a Defesa do Património da Região Cultural de Beja Patrocínio: Região de Turismo Planície Dourada / Delta Apoios: Instituto Franco-Português / Alliance Française / Xunta de Galicia / 100 LUZ Outros apoios: Arruaça Associação Juvenil / Asociación Galega de Profesionais da Ilustración / Bedeteca de Lisboa / Conservatório Regional do Baixo Alentejo / Exactcode / Galeria do Desassossego / Goethe Institut / Maryland Institute College of Art / NCreatures / Nouvelle Librairie Française / Pousadas de Portugal / BdMania

Sunday, April 27, 2008

Due to personal reasons, I will be out until May 8th
Por razões pessoais estarei ausente até 8 de Maio.

Historia da Caricatura de Imprensa em Portugal (Parte 26)

Por: Osvaldo Macedo de Sousa
1882

Os jornais humorísticos que se mantêm em 1882 são o António Maria e o Sorvete, aparecendo e desaparecendo O Alfacinha (trabalhos de Joaquim Costa), Cavaqueira Política, 0 Tigre (desenhos de Augusto Maria), O Barbeiro, O Rabecão, O Pim-pam-pum, Rua, e O Binóculo.
Este último que dura até 1884, é o primeiro jornal de sátira política das ilhas açorianas, que foi publicado pelos irmãos Cabral, Augusto e João. Ambos num estilo de croquis infantil, é difícil diferenciar os trabalhos de cada um. Segundo António Dias de Deus, João Cabral virá posteriormente para o Continente. Foi aluno de Silva Porto, criando alguma obra conceituada a óleo e aguarela. Publicou ainda desenhos na revista "Lua Nova" (1890/1), e virá a morrer em Lisboa em 1916. Quanto ao irmão, perde-se o rasto.
Nenhum destes cria alguma novidade. O Sorvete mantém-se como a crónica portuense, e o "António Maria" acumulando a crónica de Lisboa com a crónica da política nacional. Para testemunhar os 'fait divers' à volta desta vida corriqueira do jornal, vamo-nos mais uma vez socorrer das palavras de Manuel Sousa Pinto: «Em seis annos de existência, a primeira série do António Maria, graças à instabilidade ministerial que sempre, mais ou menos, tem caracterizado a política portugueza, atravessou várias situações regeneradoras e progressistas, gozando hoje da mais ampla liberdade de crítica, para amanhã se vêr crivado de querellas.»
«De todas essas alternativas políticas, há o perfeito reflexo no jornal de Bordallo, que, apezar do seu brilho e do seu êxito, nunca logrou ter vida perfeitamente desafogada. « …com o António Maria ­escreveu Mariano Pina na Illustração Vol. 11 nº 4 - 20/2/1885 - dava-se um caso curioso. Hoje os progressistas aplaudiam-no às mãos ambas porque era o sr. Fontes que estava no poder. No dia imediato ia para lá o sr. Braamcamp, e os progressistas pediam a forca para Raphael Bordallo! Quasi se pode dizer que havia na administração do jornal dois grandes turnos d'assignantes - regeneradores quando os progressistas estavam em cima; e progressistas quando em cima estavam os regeneradores».
Como ele refere, e apesar do seu sucesso, a vida do jornal não era fácil. Primeiro porque as tiragens não eram gandes. A população do país na altura rondava as 4.700.000 pessoas. E, por diversas razões: era elevado o número de analfabetos (74,9%). Era limitado o número de pessoas letradas e interessadas na vida política e social: e nem todos tinham arcaboiço humorístico para se rirem das ideias dos outros e das suas da mesma forma. Por outro lado era tradição os barbeiros, as boticas, os cafés, terem um jornal que cobria toda uma freguesia. que dessa forma não necessitava de comprar o seu próprio jornal. Por outro lado, Raphael Bordallo sempre foi um mau homem de negócios, sendo facilmente aldrabado pelas gráficas, pelos quiosques que vendiam os jornais, e acabou por andar sempr