Saturday, March 05, 2011

Aureliano Barrigas - Fotobiografia por Elísio Amaral Neves

Elisio Amaral Neves é um grande animador cultural, um eterno investigador da historia, da cultura, das tradições e Vila Real tem sabido aproveitar este grande poder de investigação. Mais uma obra esta a de Aureliano Barrigas - Fotobiografia onde para além de se descobrir um home  de Vila Real, descobre-se um artista e para nós ainda mais fundamental um caricaturista. O levantamento de todos os caricaturistas deste país ainda não está feita, porque há sempre mais um traço a descobrir neste portugal profundo e rico.
Obrigado Elisio por esta obra.

Kadhafi caricaturado por Sarteep Fattah


NATO in Libya? - Cartoon de Firuz Kutal

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Friday, March 04, 2011

Humour e Cartoon by René Bouschet








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Tuesday, March 01, 2011

Stuart Carvalhais no "Diário de Notícias”

Por: Osvaldo Macedo de Sousa
(Texto do catálogo da exp. de Vila Real Maio 1987)
Estava-se nos finais do Inverno, quando Eduardo Coelho, sentado na sua tarimba de jornalista, foi interrompido de rom¬pante, pelo aprendiz que entrava, gritando:
- Mestre! Já sabe a última?
Como a curiosidade é o pecado de todo o jornalista, o direc¬tor, sem sequer levantar a cabeça, tentando manter uma pos¬tura imperturbável, disfarçou esse sentimento, na pergunta indiferente:
- Qual é essa notícia tão perturbante?
- É que acabo de ter conhecimento do nascimento do Zé ...
- Ora, esse já nasceu em 75, do pai Bordalo, já cresceu, e os outros que por aí aparecem como novos, não são senão novas tentativas de lhe acender a lanterna apagada!
- Não falo desse pobre saloio, mas sim no Herculano!
- Ignorante e idiota, o Herculano já desapareceu no Val de Lobos que nos rodeia.
- Mestre! Eu refiro-me ao José Herculano Stuart Carvalhais - retorquiu, impaciente, o aprendiz.
Seja porque o Eduardo não ligou aos mexericos de um aprendiz de «meia-desfeita», seja porque não considerou importância ao nome, o que na verdade foi uma grande falta de visão futura, o facto é que naquele dia, 7 de Março de 1887, o Diário de Notícias não publicou a notícia desse nascimento, do que resultou, na evolução dos acontecimentos, uma grande confusão e especulação sobre dados concretos do evento. Em último recurso, no desempatar das apostas, foi a velha arquivista do Registo da Freguesia de S. Pedro, de Vila Real de Trás-os-Montes, que nos enviou a certidão registada e selada de tal data, confirmando a veracidade da notícia trazida pelo aprendiz alfacinha em tal data.
O Diário de Notícias era na altura uma instituição noticiosa já de maioridade, ou seja, 23 anos de serviço sério e objectivo, sem interferências humorísticas. Naturalmente riu-se da ideia de publicar algo sobre um Stuart, esquecendo o ditado «nunca digas que desta água não beberás". Também é certo que a ironia das coisas feitas sátira só entrariam nas suas por¬tas tipográficas, nos anos 90, pela pena do mestre Celso Her¬mínio, qual conquistador das letras hermínias da romanidade jornalística. Este jornal, um dos mais antigos ainda vivo, não poderia ter começado de melhor forma a carreira satírica do que com aquele traço «expressionista", em terras de naturalis¬tas românticos, quando o impressionismo ainda ofuscava a visão nas terras longínquas da Europa.
Quando o jovem José Herculano, no desenrolar das várias peripécias que é a vida, foi transferido por com seus pais para Lisboa (1902), era o traço de Celso que, contemporâneo de um Bordalo envelhecido na Paródia, fazia rir-pensar nas segundas-feiras do Diário de Notícias. O desenho, a ilustra¬ção, o humor tinham conquistado já esse novo bastião noti¬cioso, mas sem a força de outros titulares não menos secula¬res, que a ganância de uns e a apatia de outros deixaram desaparecer.
Foi precisamente no Século que o jovem José se transformou no artista Stuart Carvalhais. Como tudo na vida, deste território, é pelas amizades e influências que as coisas aconte¬cem. Infelizmente ele não conhecia ninguém no Diário de Notícias, enquanto o seu mestre, Jorge Colaço, dirigia o Suplemento de O Século, "O Cómico na luta-opinião política". Era 1906 quando esse novo evento aconteceu. Se "os sinos tocam, quando um anjo ganha as suas asas", nada acontece quando um Artista nasce para as artes, e por vezes nem mesmo quando ele morre.
Tal como dois amantes platónicos, ambos se desconheciam na intimidade, mas observar-se-ão mutuamente à distancia durante muito tempo. Stuart, para além de O Século, intervi¬nha em quase todos os periódicos da capital, naqueles que sobreviviam, nos que faliam, apoiando a República ou o regresso à Monarquia, o Sidónio Pais como o Afonso Costa ... O Diário de Notícias, após uma pausa irónica no final da Monarquia / princípio da República, recuperou a sua posição satírica com nomes como Valença, Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro, Leal da Câmara, Jorge Barradas, Almada, António Soares ...
Teríamos de esperar pelos anos trinta, para se dar o encon¬tro há muito desejado. t: em 1935 que o novo evento acontece, e outra vez sem qualquer manifestação exterior de comemo¬ração. Foi um simples surgir da mancha negra sobre o papel branco, o traço que dá origem ao "banco».
A ditadura dominava já os espíritos, e os tempos não eram propícios à sátira política. Após o fervor da luta dos anos dez, do cansaço transformado numa certa apatia mundana, ou pseudocosmopolita, o humor ainda teve força para criticar o início da ditadura, o professor que tentava surgir como o sal¬vador do país. Em 35, apesar da censura estar já incrementada a todos os níveis, como na Imprensa, no humor houve ainda uma certa condescendência a alguns comentários. Mas, com o passar dos anos, e endurecimento do regime, a sátira, o humor transformou-se em simples anedotas de salão, que mais pareciam de tasca. O comentário, ou opinião sobre a política internacional ainda era aceite pelos censores, princi¬palmente durante a Segunda Guerra Mundial, como fachada de liberalismo de pensamento. Por outro lado, a ironia na ane¬dota social, a sátira entre linhas do comentário inocente, eram os caminhos possíveis de acusar o regime, a miséria do povo, a falta de liberdade, o estagnamento, do qual os tipos imutá¬veis da sociedade se tornavam heróis de um nacionalismo medievo.
Este foi o trajecto do Stuart no "Diário de Notícias", tal como dos outros humoristas. Comentar de tempos a tempos a política internacional; tentar de longe a longe passar uma anedota mais comprometida; jogar os sentidos duplos, e fun¬damentalmente criar a "piada do dia", a brincadeira da sogra, dos bêbedos, dos náufragos ... temas comuns a todo o humor de circunstância.
Os condicionalismos em homens de génio têm sempre como fruto de escape, uma alternativa, que no caso do Stuart foi a exploração de um mundo muito querido para ele, o povo, seus hábitos, sua cidade. Ainda não havia exploração turística, ainda não havia o culto do pitoresco como cenografia, havia sim a petrificação de uma sociedade-povo na tradição cente¬nária que a civilização industrial não modificava, por a evolu¬ção ter sido proíbida pelo regime. Stuart foi desta forma o desenhador-pintor, o humorista de uma Lisboa encantadora mas retrógrada, pitoresca mas miserável..
A par do desenho de humor, Stuart foi ilustrador do Diário de Notícias para os romances em folhetins que publicava, as capas ou páginas referentes aos números de Carnaval, Pás¬coa, Santos Populares, Natal... A sua relação de colaborador do Diário de Notícias era igual à sua relação com os outros jornais, ou com a vida. Desprendido de contratos, ou com¬promissos castradores, cumpria os pedidos quando lhe apete¬cia, fazia os «bonecos» com o material que tinha à mão, ou seja tinta, café, graxa, remédios... com um pincel de dois pelos, um pau de fósforo, um lápis, um carvão ...
Diz-se dele que foi um boémio genial, o desenhador das varinas e gatos, das pernas mais bonitas de mulheres, de Lis¬boa e seus becos, do humor simples quotidiano, mas no Diá¬rio de Notícias foi apenas um colaborador, genial, que para o jornal trabalhou durante algumas dezenas de anos, a par do Bernardo Marques, Albuquerque, Teixeira Cabral, e poste¬riormente, «substituído» por um Júlio Gil, João Abel Manta, António, 3am, Zé Manel, Pedro Palma ...

Os colaboradores passam, a obra fica registada no papel pardo do jornal, o qual quando é de valor, ou especial, como é o caso, volta sempre a reaparecer na ribalta do jornalismo, ou das salas de exposições, feitas obras de Arte, que na verdade o são. Desta vez, o Diário de Notícias alia-se ao Centenário do artista, expondo «Stuart no Diário de Notícias» na terra natal do artista.
Quando o Stuart morreu a 2 de Março de 1961, o director do Diário de Notícias mandou notificar esse infeliz evento, com saudade e tristeza.

CRONOLOGIA comparada de Stuart Carvalhais e a Caricatura Portuguesa (cronologia elaborada por Osvaldo Macedo de Sousa).

1887 - 7 de Março, em Vila Real, nasce José Herculano Stuart Torrie d' Almelda Carvalhais. Nasce Amadeu de Sousa Cardoso.
1888 - Nasce o caricaturista Emmerico Nunes.
1889 - Nasce o caricaturista Saavedra Machado.
1892 - Celso Hermínio publica as primeiras caricaturas. Nascem os caricaturistas Américo da Silva Amarelhe e Cristiano Shepard Cruz.
1894 - Leal da Câmara surge colaborando em O Petiz. Nascem Jorge Barradas e Ant6nio Soares.
1898 - Leal da Câmara parte para o exílio.
1899 - Nascem Carlos Botelho e Bernardo Marques.
1900 - Francisco Valença e Manuel de Monterroso publicam as suas primeiras caricaturas.
1901 - Stuart muda-se para Lisboa. Morre o caricaturista Sebastião Sanhudo.
1904 - Ressano Garcia publica as primeiras caricaturas. Morre Celso Hermínio.
1905 - Stuart trabalha no estúdio de Jorge Colaço, como aprendiz. Morre Raphael Bordallo Pinheiro.
1906 - Aparecem os primeiros trabalhos de Stuart nos jornal Tiro e Sport e O Século. Amadeu de Sousa Cardoso parte para Paris.
1907 - Em O Século aparecem as primeiras tiras de banda desenhada de Stuart. 1908 - Nasce Thomaz de Mello (Tom).
1909 - Trabalha como caricaturista e palhaço no Salão Foz. Cristiano Cruz surge com sua visão vanguardista na caricatura.
1910 - Nascem Teixeira Cabral e José de lemos.
1911 – Stuart é um dos directores da revista republicana A Sátira. Lançamento n' A Sátira da ideia da formação de uma Sociedade de Humo¬ristas Portugueses. Exposição Livre - Emmerico Nunes o único que expõe caricaturas. Leal da Câmara regressa a Portugal. Morre o caricaturista Francisco Teixeira.
1912 - Participa no I Salão dos Humoristas (Lisboa 9/5). Nasce o caricaturista José Pargana.
1913 - Parte para Paris onde triunfa, e publica no Ruy Blas: Le Rire; pages Foles; Le Sourire ... Participa no II Salão dos Humoristas (Lisboa).
1914 - É obrigado a regressar, casa-se com Fausta Moreira que lhe dá o único filho - Raul. Colabora no jornal monárquico Papagaio Real. Amadeu, Santa-Rita e Pacheco regressam de Paris. Chegam os Delaunay a Portugal onde se instalam. Nuno Simões publica Gente Risonha e Aarão de Lacerda: Da Ironia, do Riso e da Caricatura. O República publica seis entrevistas: A Vida Portuguesa através da caricatura (Cristiano Cruz, Norberto Correia, António Soares, Jorge Barradas, Almada Negreiros, Hipólito Colombo).
1915 - Cria a história em banda desenhada do Quim e Manecas em O Século. Realiza o filme «Aventuras de Quim e Manecas» com argumento seu e inter¬pretação do pai do Manecas. Participa no Salão de Humoristas e Modernistas (Porto). Constitui-se o grupo de Os Fantasistas no Porto. Morre o mestre Manuel de Macedo.
1916 - Colabora na Luta. Amadeu expõe no Porto e em Lisboa. 11 Saião dos Modernistas (Porto). Manifesto Futurista, em O Dia (4/12).
1917 - Sessão Futurista; "Portugal Futurista", Ultimatum Futurista de Almada Negreiros.
1918 - Colabora na Situação (orgão oficial do sidonismo). 2.° prémio no concurso de cartazes da Companhia Seguros A Glória Portuguesa. Morrem Amadeu de Sousa Cardoso e Santa-Rlta Pintor.
1919 - Colabora no Riso da Vitória. III Salâo dos Modernistas (Porto). Almada parte para Paris. Emmerico Nunes regressa a Portugal. Nasce o caricaturista Baltazar.
1920 - Colabora no ABC. Participa no 111 Salão dos Humoristas (Lisboa). Morre o caricaturista Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro.
1921 - Em colaboração com Francisco Valença faz os azulejos que decoram as escadas do Diário de Lisboa. É director do jornal ABC a Rir. Inicia a colabo¬ração com a Sassetti, para capas de discos. Bernardo Marques inicia a sua carreira artística. Cristiano Cruz desaparece das artes. Jorge Barradas classificou de "suicídio artístico», a sua ida para Moçambique como médico veterinário. Tentativa de introdução dos novos na SNBA.
1922 - Inicia colaboração com Valentim de Carvalho. Colabora no ABCzlnho. José Pacheco assume a direcção da revista Contemporânea.
1923 - Colabora no Batalha.
1924 - Pinta um quadro para a decoração da Brasileira do Chiado. IV Exposição dos Humoristas. Nasce o cartoonista Sam.
1925 - Colabora no Sportsinho (Infantil), Espectro, Renovação. Inicia a sua longa colaboração no Diário de Noticias. Faz uma colecção de 10 postais coloridos para a Câmara Municipal de Lisboa.
1926 - Surge o Sempre Fixe, jornal fundamental do humorismo português, e por onde passaram todos os artistas vivos, como Valença, Almada Negreiros, Jorge Barradas. Amarelhe, Ressano, Leal da Câmara, Alfredo Cândido, Carlos Bote¬lho, Lemos, Tom, Teixeira Cabral, Octávio, Sérgio, Pargana, Santana, Balta¬zar, Tossan .. Participa na decoração do Club Bristol. Colabora no Ilustração, Noticias ilus¬trado, e Inicia a longa colaboração no Sempre Fixe. Faz a sua primeira desintoxicação alcoólica no Telhal. Tom (Thomaz de Mello) que nasceu no Brasil chega a Portugal e fixa-se em Lisboa.
1927 - Colabora no Magazine Bertrand. Segundo Aquilino Ribeiro participa na primeira rebelião contra a ditadura (Revolução de Fevereiro).
1928 - 2.º prémio do Concurso de Capas de Música de Génova (Itália). Decora um Stand do I Salão de Outono de Elegância Feminina. Inicia suas colaborações cenográficas e Figurinisticas para o teatro (Maria Vitória, Eden-Teatro, Apoio, S. Lulz ... ) Nasce João Abel Manta.
1929 - 1.º prémio em Sevilha com as duas capas de música. Morre Columbano.
1930 - 3.º prémio no concurso de cartazes para a Semana da Maternidade. Faz parte da redacção do Repórter X. Faz os cartazes para o filme Lisboa, de Leitão de Barros. Morre o caricaturista Julião Machado.
1932 - Reaparecem as Histórias do «Quim e João Manuel» no Diário de Lisboa, depois no Sempre Fixe e posteriormente no Diário de Noticias. Realiza a sua única exposição Individual. Desenha os arcos de Marcha de Benfica, integrada nas Festas dos Santos Populares.
1933 - Criação da SPN. Criação da Galeria U.P. (Galeria de António Pedra e Thomaz de Meio).
1934 - Faz os cartazes das festas de Cidade para a Câmara Municipal de Lisboa. Colabora no Fradique.
1935 - Morrem os caricaturistas Correia Dias e Jorge Cid.
1937 - Ilustra Le Peuple Portugals et ses Carecteristiques Sociales de Francisco Casanova, Ed. S.N.I. Organiza-se o Grupo d’ Os Humoristas
1939 - Conferência de Arnaldo Ressano, na Sociedade de Belas-Artes. contra a «Arte Modernal
1940 - Exposição Mundo Português. Morre o caricaturista Cristiano de Carvalho.
1941 - Colabora no Filmagens.
1942 - Inicia colaboração no Diário Popular. Morre Jorge Colaço.
1943 - A convite de Leitão de Barros, inicia a sua colaboração na decoração da Feira Popular, onde explora também uma casa de bebidas: “A Farmácia” e «A Bruxa» uma boneca que lê a sina.
1945 - Inicia colaboração nos Ridículos. Faz para O Diário Popular uma série de 40 postais Ilustrados sob o tema «O Mundo do Trabalho». Valença e Monterroso expõem na SNBA.
1947 - Morre Amarelhe, e realiza-se uma exposição póstuma.
1948 - Morrem Leal da Câmara e Alonso (Joaquim Santos Silva).
1949 - O Júri do III Salão Anual de Arte Moderna de Aguarela e Desenho (SNI) concede-lhe o Prémio Domingos Sequeira.
1950 - Morre o caricaturista Saavedra Machado.
1951 - Stuart faz nova desintoxicação alcoólica no Hospital Miguel Bombarda. Morre Cristiano Cruz.
1952 - Colabora no Cara Alegre, onde cria um tipo de "Flausinas".
1953 - Realiza oito postais Ilustrados sobre os "Tipos de Lisboa" para os CTT. Nasce o cartoonista António (Antunes).
1954 - Colabora na Função do Picapau, de que é director artístico.
1955 - Participa numa exposição colectiva com Santana na Casa de Imprensa. Morre sua esposa Fausta Moreira.
1956 - Participa numa exposição Itinerante a bordo de um barco com rota para a Índia. Ilustra o livro de José Régio O Fado.
1959 - Ilustra Via Sinuosa, Integrada nas obras completas de Aquilino Ribeiro. Mui¬tas das edições anteriores dos livros de Aquilino têm capas de Stuart. Morre Francisco Valença.
1961-22 de Fev.  Os Ridículos publicam a sua última colaboração. Morre a 2 de Março no Hospital Santa Maria em Lisboa.
1962 - Nelson de Barros publica um Álbum com desenhos de Stuart, prefaciado por Leitão de Barros.
1981 – Março a Ver. Historia publica o artigo “Stuart Carvalhais o Desenhador de Bonecos de Osvaldo Macedo de Sousa. Exposição "Vinte anos após a Morte" na Casa de Mateus e na Câmara Muni¬cipal de Vila Real (direcção de Osvaldo Macedo de Sousa).
1982 - Exposição “Stuart”, pela Câmara Municipal de Lisboa, no Palácio dos Coruchéus.
1985 - Abertura de uma Galeria-bar com o nome de Stuart, tendo como inauguração uma exposição de capas de música do Stuart dirigida por Osvaldo Macedo de Sousa
1987 – Exposição Stuart no Diário de Notícias – Centenário de Stuart Carvalhais em Vila Real, Maio (Organização Osvaldo Macedo de Sousa. Setembro edição pela D. Quixote de “Crónicas d’um Stuart” de Osvaldo de Sousa

Monday, February 28, 2011

Kadhafi Caricaturado por Toni D'Agostinho


Stuart Carvalhais - 50 Anos depois (1961-2011) - Exp. na Hemeroteca de Lisboa e Conferencia dia 2 de Março pelas 18h por Antonio Valdemar


Libbia in carton por Fiduz


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