Wednesday, April 04, 2012

fallecio el mestre humorista español antonio mingote

caricatura y Video carton Antonio Mingote humorista español por Rubén Eduardo Soto Díaz
http://youtu.be/F1-DtXoUHAo

Cartunista espanhol Antonio Mingote morre aos 93 anos

MADRI, 3 Abr (Reuters) - O emblemático cartunista espanhol Antonio Mingote morreu aos 93 anos, anunciou nesta terça-feira o jornal ABC, onde o desenhista publicou grande parte de suas criações.
Os personagens de Mingote, que preencheram desde páginas de jornais até paredes de uma estação de metrô de Madri, refletiram durante décadas as mudanças na política e na vida dos espanhóis comuns.
"Hoje, o povo de Madri, a gente sobre quem ele escreveu histórias e amava como ninguém, brindará um inumerável e emotivo último adeus", escreveu o diário espanhol no obituário do artista, escritor e acadêmico, sem indicar a causa da morte.
Nascido em Sitges, na região de Barcelona, em 1919, começou a trabalhar em 1946 no semanário "La Codorniz", do qual muitos artistas gráficos de renome participaram.
Desde 1953, seus quadrinhos e ilustrações encontraram lugar no diário ABC, embora Mingote tenha se aventurado também como escritor, publicando várias novelas e colaborando em produções de cinema e televisão, segundo sua biografia na página da Internet www.espanaescultura.es, da Secretaria de Cultura espanhola.

O cartunista, escritor e membro da Real Academia Espanhola (RAE) Antonio Mingote faleceu aos 93 anos em Madri, anunciou nesta terça-feira o jornal ABC, no qual o desenhista publicou grande parte de suas criações.
Nascido na cidade catalã de Sitges, na região de Barcelona, em 1919, Mingote começou a trabalhar em 1946 no semanário "La Codorniz", do qual participaram muitos artistas gráficos de renome, tendo recebido o título de Marquês de Daroca pelo rei Juan Carlos, em dezembro de 2011.
O corpo foi levado para o parque do Retiro de Madri, para as últimas homenagens, e na quarta-feira será cremado em cerimônia íntima", segundo o jornal.
Desde 1953, seus quadrinhos e ilustrações eram publicados no diário ABC, sem que Mingote abandonasse a veia de escritor, publicando vários livros e colaborando em produções de cinema e televisão, segundo a Secretaria de Cultura espanhola.
Seus personagens, presentes das páginas de jornais a paredes de uma estação de metrô de Madri, refletiram durante décadas as mudanças na política e na vida dos espanhóis.
"Hoje, o povo de Madri, as pessoas sobre quem ele escreveu histórias e amava como ninguém, dará a ele um emocionado último adeus", anunciou o jornal espanhol no obituário do artista, escritor e acadêmico, sem indicar a causa da morte.
Personalidades do jornalismo e da política expressaram pêsames.
"Cada vinheta que criava era um autêntico editorial gráfico", disse o ministro da Cultura espanhol, José Ignacio Wert.
"Sua vida e sua obra foram um manifesto ao engenho e ao sentido do humor. Falar de ilustração gráfica é fazer referência a este mestre emblemático", acrescentou.
A Real Academia Espanhola decretou luto e seu diretor, José Manuel Blecua, expressou, "em nome da instituição" o pesar pela morte do companheiro que, desde 1987, ocupava a cadeira 'r'. A bandeira da Academia foi hasteada a meio pau em sua memória, acrescentou.
Como escritor, deixou as obras de ficção - "Las palmeras de cartón" (1948) e "Adelita en su desván" (1991) - e livros como "Historia de la gente" (1955 e 1984), "Historia de Madrid" (1961) e "Hombre solo, Hombre tranquilo" (1976).
(Com agência France-Presse)

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