Wednesday, February 29, 2012

Punk Redox e o Menino Triste de João Mascarenhas


FIRST EVER PUBLICATION OF THE HISTORY OF BANGLADESHI CARTOON

The first ever publication on the history of Bangladeshi cartoon & Cartoonist: Bangladesher Cartoon, Cartooner Bangladesh (A compilation by Ahmed Kabir Kishore and Hasan Md. Abdul Quyuum),published from Srabon Prakashani,Unveiled by the great cartoonist AHSAN HABIB

Tuesday, February 28, 2012

Artefacto nº 49

Como todos los meses, aquí está la nueva edición de la revista virtual gratuita para qe la descarguen y la difundan entre los amigos y colegas de todo el mundo. Este número tiene muy buen material para todo los lectores.
No se la pierdan: http://artefacto.deartistas.com/
Omar Zevallos
 

ACÔRDO ORTOGRÁFICO e o futuro da " LÍNGUA PORTUGUESA "


Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e acompanhando a forma como as pessoas realmente falam .
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .
É um fato que não se pronunciam .
Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?
O que estão lá a fazer ?
Aliás, o qe estão lá a fazer ?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .
Porqe é qe “assunção”se escreve com “ç” e “ascensão” se escreve com “s” ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome. Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o“ç” .
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o “ç” e o substitua por um simples “s” o qual passaria a ter um único som .
Como consequência, também os “ss” deixariam de ser nesesários já qe um “s” se pasará a ler sempre e apenas “s” .
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas, designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar. Claro, “uzar”, é isso mesmo, se o “s” pasar a ter sempre o som de “s” o som “z” pasará a ser sempre reprezentado por um“z” .
Simples não é? se o som é “s”, escreve-se sempre com s. Se o som é “z” escreve-se sempre com “z” .
Quanto ao “c” (que se diz “cê” mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de “q”) pode, com vantagem, ser substituído pelo “q”. Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras. Nada de “k” .Ponha um q.
Não pensem qe me esqesi do som “ch” .
O som “ch” será reprezentado pela letra “x”.
Alguém dix “csix” para dezinar o “x”? Ninguém, pois não ?
O “x” xama-se “xis”.
Poix é iso mexmo qe fiqa .
Qomo podem ver, já eliminámox o “c”, o “h”, o “p” e o “u” inúteix, a tripla leitura da letra “s” e também a tripla leitura da letra “x” .
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .
Não, não leiam“simpléqs”, leiam simplex .
O som “qs” pasa a ser exqrito “qs” u qe é muito maix qonforme à leitura natural .
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente .
Vejamox o qaso do som“j” .
Umax vezex excrevemox exte som qom “j” outrax vezex qom “g”- ixtu é lójiqu?
Para qê qomplicar ? ! ?
Se uzarmox sempre o “j”para o som “j” não presizamox do “u” a segir à letra “g” poix exta terá, sempre, o som “g” e nunqa o som “j” .
Serto ?
Maix uma letra mud
a qe eliminamox .
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !
Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?
Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?
Outro problema é o dox asentox.
Ox asentox só qompliqam !

Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .
A qextão a qoloqar é: á alternativa ?
Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra“a” .
Umax vezex lê-se“á”, aberto, outrax vezex lê-se “â”, fexado .
Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax .
Vejamox o “o”: umax vezex lê-se “ó”, outrax lê-se “u” e outrax, lê-se “ô” .
Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !
qe é qe temux o“u” ?
Se u som “u”pasar a ser sempre reprezentado pela letra “u” fiqa tudo tão maix fásil !
Pur seu lado, u “o”pasa a suar sempre “ó”, tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra“e”, também pudemux fazer alguma qoiza :
quandu soa “é”, abertu, pudemux usar u “e” .
U mexmu para u som “ê” .
Max quandu u “e” se lê“i”, deverá ser subxtituídu pelu “i” .
I naqelex qazux em qe u“e” se lê “â” deve ser subxtituidu pelu “a” .
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u “til” subxtituindu, nus ditongux, “ão” pur“aum”, “ães” – ou melhor “ãix” - pur “ainx” i “õix” pur “oinx” .
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu mundu .
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?

CARNAVAL 2012 - Caratinguenses e Celebridades no Desfile em Homenagem ao Ziraldo na Marquês de Sapucaí no Desfile da Tradição

O homenageando Ziraldo
Cartunista Edra ladeado pela Super Mãe e Jeremias, encarnado pelo Ziralzi, irmão de Ziraldo
Ziraldo no carro abre alas
Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Saci Pererê no carro do Menino Maluquinho
A ala "De Caratinga para o Mundo" formada por caratinguenses
O cantor Gabriel Pensador
Desfile na Marquês de Sapucaí
G.R.E.S Tradição
Apesar do belo desfile, ficou em quinto lugar
Rainha da bateria, Raphaela Nascimento
O ator Pitanga e o jornalista Sérgio Cabral
O cantor caratinguense Agnaldo Timóteo
Pedro Vieira e família. Amigo de infância de Ziraldo e o personagem Tatu, da Turma do Pererê

PROGRAMAÇÃO DO MAB - Festival Internacional de multimedia artes e BD PARA DIAS 10 E 11 DE MARÇO

  PROGRAMAÇÃO
10 DE MARÇO 2012 (SÁBADO)
Abertura 10h30 - Orquestra de Canidelo com temas de Banda Desenhada e Cinema: Simpsons, Tom & Jerry, Exterminador Implacável, Blade Runner, entre outros
Autores presentes a partir das 14:30 com sessão de autógrafos:
- Melinda Gebbie
- David Hine
- Lars Henkel
- Ulf K.
- Anke Feuchtenberger
- Kai Pfeiffer
- Dominique Goblet
- Oliver Deprez
- Denis Deprez
- Regina Pessoa
- Ricardo Cabral
- Hugo Teixeira
- João Mascarenhas
- Geral e Derradé
- Colectivo – A Zona
- Rui Dias Sena
- Marcos Farrajota e Joana Pinto
Programação paralela à sessão de autógrafos:
- 12h00: Apresentação de Jorge Ferreira sobre a extensão e o projecto Casa Viva do MAB
- 14h30: Apresentação do filme “Zepe” (por Diogo Stuart e Manuel Espírito Santo)
- 15h00: Entrevista áudio a Stuart de Carvalhais (através de vinil) e conversa com familiares
- 15h30 : Entrevista à autora Melinda Gebbie para o MAB e para o blogue “Leituras de BD”
- 16h30: Exibição das animações de Regina Pessoa com a presença da autora “História Trágica com Final Feliz” e “A Noite”
- 17h00: Primeira apresentação mundial do livro ilustrado por Melinda Gebbie acerca das suas memórias desde os anos 70
- Primeira apresentação mundial do livro ilustrado por Melinda Gebbie para a adaptação de Alan Moore de um poema do poeta William Blake
- 18h00: Exibição do filme “Vinzent” do realizador alemão  Ayassi, vencedor do prémio do jurí da crítica do Festival Internacional de Cinema Fantasporto em 2005 com introdução de Lars Henkel e Manuel Espírito Santo
Outros pontos de interesse relativamente aos autores presentes:
- Lars Henkel: Lançamento mundial do novo livro ilustrado de Pete Seeger
- Kai Pfeiffer: Primeira exposição mundial com originais do livro que está a elaborar com Dominique Goblet “Si Entente”
- Dominique Goblet: Primeira exposição mundial com originais do livro que está a elaborar com Kai Pfeiffer “Si Entente”
- Anke Feuchtenberger: Livros exclusivos da autora para o festival MAB
- Venda de livros exclusivos dos autores assim como serigrafias, originais e prints
Exposições:
- Sama: Exposição inédita de originais, prints e serigrafias deste novo e grande artista brasileiro.
- Exposição póstuma a Sergio Bonelli com fotografias deste autor/editor nas viagens que fez e com texto de José Carlos Francisco, principal dinamizador da personagem Tex em Portugal
- Exposição Zakarella cedida por Nuno Amado prints de Carlos Alberto e originais de outros autores sobre esta personagem mítica
- Exposições na extensão do MAB na Casa Viva do Colectivo Zona, Rudolfo da Lodaçal Comix, da Chili com Carne e de novos talentos e também concertos de bandas nacionais e internacionais a partir das 18h00 até às 22h30. Entrada grátis. Morada: Praça do Marquês de Pombal, nº 167
- Exposição dedicada aos 75 anos do personagem Príncipe Valente na estação de metro de São Bento coordenada por Manuel Caldas
- Exposição no Museu Nacional da Imprensa sobre o pai da banda desenhada portuguesa Stuart de Carvalhais: “Stuart BD & Azulejos” patente de 10 de Março a 31 de Maio em parceria com o MAB. Horário: Todos os dias das 15h às 20h
- Exposição dedicada a Stuart de Carvalhais no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça de Carlos Alberto, nº 71) em parceria com o MAB. Horário: 2ª a 6ª das 9h às 20h. Entrada grátis
11 DE MARÇO 2012 (DOMINGO)
14h30: Autores presentes a partir das 14:30 com sessão de autógrafos:
- Melinda Gebbie
- David Hine
- Lars Henkel
- Ulf K.
- Anke Feuchtenberger
- Kai Pfeiffer
- Dominique Goblet
- Oliver Deprez
- Denis Deprez
- Regina Pessoa
- Ricardo Cabral
- Hugo Teixeira
- João Mascarenhas
- Geral e Derradé
- Colectivo – A Zona
- Rui Dias Sena
- Marcos Farrajota e Joana Pinto
Programação paralela à sessão de autógrafos
- 14h30: Animações do projecto “Dialectus”: “No Mundo da Lua” e “Zeca e Zuzzie (1º episódio)
-16h00: Exibição de animações de Lars Henkel com apresentação de Manuel Espírito Santo
- Melinda Gebbie com o exclusivo MAB de projecção futura de dois livros: livro de memórias de Melinda Gebbie e livro ilustrado por Melinda Gebbie com adaptação de Alan Moore de um poema de William Blake
- Apresentação de curtas-metragens internacionais por Marcos Farrajota:
- Dunga don't Cry de Vladimir Palibrk (Sérvia);
- A little song about my diseases: 1) Psoriasis 2) Candida Albicans 3) Cannibalistic bulimia de mina anguelova (Portugal);
- Punk Machine de Grrr (Suiça);
- Promotion canopée de Toffeur (França);
- Pedro Zamith : o Walt Disney underground de João Tocha (Portugal);
- Deep in space de Laur Balaur (Roménia);
- It's moving de André Ruivo (Portugal);
- Infinite girlfriend (vídeo-clip de Mincemeat or Tenspeed) de Javier Fabregas (Espanha);
- Dilúvio de Manuel Pereira (Portugal);
- Devir ii (vídeo-clip de Ghuna x) de André Gil Mata, Dinis Santos e Miguel Marinheiro (Portugal).
- 17h00: On the quest for beograd underground, Espanha/Sérvia, 65' de Muriel Buzarra, Natsa Sarkic e Carlos Lopez: Documentário sobre as movimentações alternativas de Belgrado que passam pela banda desenhada, música, artes plásticas ou áudio-visual. A Sérvia vive um momento eufórico de produção artística após vários anos de guerra, sanções económicas e regimes ditatoriais. Curiosamente são entrevistados muitos autores e activistas da bd como o conhecido Aleksandar Zograf, e ainda Wostok, Septic, Vladimir Palibrk ou Johanna Marcadé.
Outros pontos de interesse relativamente aos autores presentes:
- Lars Henkel: Lançamento mundial do novo livro ilustrado de Pete Seeger
- Kai Pfeiffer: Primeira exposição mundial com originais do livro que está a elaborar com Dominique Goblet “Si Entente”
- Dominique Goblet: Primeira exposição mundial com originais do livro que está a elaborar com Kai Pfeiffer “Si Entente”
- Anke Feuchtenberger: Livros exclusivos da autora para o festival MAB
- Venda de livros exclusivos dos autores assim como serigrafias, originais e prints
Bancas presentes:
- Invicta Indie Arts
- Fnac
- Necomi com o apoio da Pressplay
 Dr. Kartoon
- Chili com Carne
- Bancas com todos os livros dos autores nacionais e internacionais
Preço dos Bilhetes:
- 3,50€ por dia
- 6,00€ sábado e domingo
- 10,00€ dois fins de semana
(Este programa pode sofrer alterações de última hora)

Sunday, February 26, 2012

II International competition of cartoons " Football unites us"

II International competition of cartoons " Football unites us" ,sanctified to realization of Championship of Europe on football in Ukraine and Poland of "EURO-2012"! Organizers: the International festival of arts the "Gogol-fantasy"(Kherson), International competition of cartoons"Carluka "(Poltava), Kherson artistic museum, Poltava artistic museum, Kharkov society of «Red Cross».
Chairman of judge of competition "Football unites us" is Yuriy Kosobukin(Ukraine). Members of the International judge of competition : O.Dergachov(Canada), M.Zlatkovsky (Russia), J. Pena-Pai(Romania), M.Shlafer(Ukraine), V. Krugov(Ukraine), K.Bashkirov, is Chairman of Kharkov organization of «Red Cross» (Ukraine) .
Themes of competition
I. «Football unites us».
II. Favorite footballer of national team on "Euro-2012"
III. The first medical aid of volunteers of the organization "the Red cross" on football.
A prize fund is 12 000 hrn.( 1500 $)
The first place is 5400 hrn. (700$) a statuette is a prize of "Rudyi Panko with the ball"
Second place: 4000 hrn. (500$)
Third place: 2400 hrn. (300$)
12 Diplomas of competition.
Terms of competition
1. On a competition to send сartoons that did not occupy prize places on other competitions. Cartoons that took the prize places on other competitions not examined and taken off from participating in a competition. 2 Technicians of execution free. A format of сartoons is in an electronic kind: JPEG (3MВ -4MВ), 300 dpi. on an address: info@art-krug.com
Inscription to the cartoons: in Ukrainian, Russian or English language: nomination, last name, name of author, contacts, creative biography (at pleasure).
3. In a nomination №2 - to specify what footballer and what national combined team of "EURO-2012" drawn.
In a nomination №3 the image of a logo "Red Cross" in a context of drawing (it is possible to look on a site of the organisation www.redcross.kharkov.ua) is obligatory in drawing or in the drawing.
4. Terms of realizationof From February, 5 to April, 25 is a reception of works in an electronic kind on the web-site of www.art-krug.com and voting on a web-site in a division«Cartoons ". Interesting us opinion, cartoons lovers, that will be taken into account to the judge. A final decision for the selection of cartoons in a final catalogue and determinations of prizewinners belongs to the judge of competition. on May, 1 is a publication on the web-site of list 80-100 cartoons that will enter a catalogue "Football unites us" 2012. On the 10th of May the Authors of cartoons of catalogue of cartoons, send originals(or quality authorial copies, format of А4) and personal photo(format of А6) on an address:
Kherson regional artistic museum, to Director of museum of Dozenko Alina, 73000, Ukraine, Kherson, Lenin Str., 34.
Of May, 20 is announcement of results of competition on the web-site of competition in the division " of News". till July, 30 of 2011, artists of cartoons that will enter a catalogue will get authorial copies to the prizewinners prizes will be paid.
Presentation of exhibitions, catalogue: May 2012 - Kherson, June 2012, is Poltava.
Position of competition
Any author can become the participant of competition without limitations. The technique of execution is free.
2. Violation of copyrights is not possible!
3. Cartoons must not offend honours and dignities of footballers, trainers, political, national, religious looks. The stages of must not containviolence, cruelty, pornography of
4. In case of violation of Terms and Statute of competition - Cartoons are taken off c competition without explanation. Correspondence with authors is conducted only on the pages of official web-site of the International festival of arts "Gogol-fantasy" of info@art-krug.com
5. Sending the cartoons on a competition - the author of cartoons accepts the terms of II of the International Polish competition of cartoons "Football unites us "without exceptions and limitations.
6. In conditions and competition position the changes are possible if they are directed on improvement of the competition
7.Sending on the competition of Cartoons or cartoons- an author automatically accedes to all terms of competition.
8. The cartoons of participants of competition can be used by the organizers of competition for realization of exhibitions, popularization of competition, web-site, festival- arts. The cartoons of winners and students of competition remain in property of organizers of competition.
9.The informaishion to the artists participating in a competition and to the cartoon lovers : in case of obvious repetitions among the works sent on a competition and laid out on a web-site in a division "Cartoons". The acceptance of final decision about a caricature is laid at discretion of judge.

Vimaranenses ilustres (3) - João Franco… por Miguel Salazar

http://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/241150.html
João Ferreira Franco Pinto Castelo Branco, nasceu no Fundão, em 1855.
João Franco foi um dos principais protagonistas da política nacional, na fase final da monarquia constitucional.
Licenciado em Direito, ocupou vários cargos na magistratura judicial (delegado do procurador régio), nas alfândegas e no Tribunal Fiscal e Aduaneiro.
Em 1884, foi eleito deputado às Cortes, pelo Círculo Eleitoral de Guimarães.
Logo após a sua chegada às Cortes, João Franco teve um papel preponderante na defesa de Guimarães, no chamado “conflito brácaro-vimaranense”.
A propósito deste conflito, deu voz às pretensões vimaranenses, propondo a desanexação de Guimarães do distrito de Braga, e sua inclusão no do Porto…
“Senhores, a rivalidade tradicional e existente entre os concelhos de Braga e de Guimarães é um facto geralmente sabido por todos ou quase todos os membros desta câmara. Essa rivalidade agravou-se, chegando ao seu maior grau de intensidade, com os acontecimentos ocorridos na cidade de Braga, no dia 28 de Novembro último (NDR: 1885), que não é preciso relatar, por sobejamente conhecidos e geralmente lamentados. Urge, pois, a adopção de um mediar, que, pondo fim ao mal-estar recíproco dos dois concelhos rivais, favoreça a indispensável harmonia entre os mesmos concelhos e os seus respectivos distritos. A desanexação do concelho de Guimarães do distrito administrativo de Braga, para de futuro ficar pertencendo ao do Porto, parece-me ser a única aconselhada como satisfazendo plenamente àquele intuito.”
Embora esta pretensão nunca tenha chegado a ser satisfeita, João Franco conseguiu pelo menos garantir que fosse concedida, a Guimarães, a autonomia administrativa.
Ocupou várias pastas ministeriais, como a da Fazenda, a das Obras Públicas, a da Instrução Pública e Belas Artes, e finalmente a pasta do Reino.
Foi João Franco quem concedeu a autonomia administrativa aos ex-distritos do arquipélago dos Açores.
Por discordâncias insanáveis com Hintze Ribeiro, abandonou o Partido Regenerador, e formou o Regenerador Liberal.
Em 1906, foi eleito por este novo partido, e chegou à Presidência do Conselho de Ministros, cargo que ocupou até Fevereiro de 1908 (três dias depois do regicídio de D.Carlos e do Príncipe Herdeiro Luís Filipe).
João Franco foi agraciado com a Grã-Cruz e a Comenda da Ordem da Torre e Espada, por serviços distintos e relevantes.
Fernão Rinada

La Seña del Humor y el Teatro Sauto, un escenario cubano emblemático. Por Aramís Quintero (Escritor, comediante y fundador de La Seña del Humor)

La Seña del Humor, grupo que marcó el inicio de la renovación del humor escénico en Cuba, tuvo como casa habitual un escenario emblemático de la vida cultural cubana: el teatro Sauto, de Matanzas, que tanto contribuyó a que la ciudad se ganara el apelativo (un tanto cursi, es cierto) de “la Atenas de Cuba”.
            El Sauto, edificio que muestra un estilo neoclásico muy sobrio y armónico (a diferencia de tantos ejemplos de dicho estilo), es prácticamente una airosa escultura situada en la plaza de La Vigía, sobre un terreno que originalmente era una ciénaga. Su carácter de emblema cultural le viene dado por tres buenas razones: su valor artístico como obra arquitectónica, la excelencia de sus condiciones acústicas (que ha generado no pocas elucubraciones relacionadas con el subsuelo) y, gracias a esas condiciones, su historial de presentaciones artísticas, que registra numerosos nombres de primera categoría mundial y nacional en el teatro, el canto lírico, la danza, el ballet, la ejecución instrumental, etc. Desde la segunda mitad del XIX, lo mejor de cuanto llegaba del mundo a La Habana pasaba por el Sauto de Matanzas.
            A mediados de los años 80 del siglo XX, el Sauto devino la casa matancera de La Seña del Humor. En enero de 1984, La Seña había comenzado a presentarse en la Sala White (sala de conciertos de la ciudad), que de inmediato resultó muy pequeña para la respuesta del público. Era un público sorprendido por un humor del todo inhabitual, en un momento en que, salvo el humor gráfico y alguna otra excepción, apenas se hacía humor para una sociedad acostumbrada a la abundancia de ese arte. A las dos o tres presentaciones, el grupo pasó al escenario del cine-teatro Atenas. Y en ese mismo año, el Sauto le abrió sus puertas. El prestigio del teatro, las proporciones de su sala y de su escenario, así como su cálido y distinguido ambiente interior, hicieron que La Seña se sintiera en el mejor de los espacios posibles.
            A partir de 1985, y aunque los estrenos del grupo se realizaran en la capital, el escenario matancero siempre fue parada obligatoria de los espectáculos de La Seña. Y a teatro lleno, aunque al Sauto nunca le ocurrió, por suerte, que el público desesperado por entrar rompiera cristales de sus puertas (como sí aconteció en las ciudades de La Habana y Santa Clara).

            El carisma, el desenfado natural, los constantes quiebres y equívocos y el juego infantil que caracterizaron el humor de La Seña, se ganaron a un público prácticamente de todas las edades y niveles de educación. Un público que nunca perdió su receptividad hacia el humor costumbrista tradicional, y que no obstante asimiló ese humor nuevo y rupturista, quizás porque un humor tan informal y lúdico tenía mucho que ver con la idiosincrasia cubana.
El humor de La Seña no excluía la crítica de la circunstancia (problemas culturales y de la vida cotidiana, los medios masivos de difusión, la burocracia, etc.), pero su nivel de elaboración evitaba siempre el chiste fácil sobre la contingencia, y el panfleto de cualquier tipo. Gracias a ello las críticas podían ser a veces bastante fuertes sin que sonaran agresivas. No se trataba solo de subsistencia ante los oídos oficiales, poco receptivos a la crítica, y menos aun a la crítica mediante el humor; era, también, que para La Seña todo tenía que estar justificado artísticamente, y en función de la risa y la sonrisa. Y aunque el público reía a carcajadas, La Seña contribuyó a que también se disfrutara y valorara el humor que sólo hace sonreír.
Un destacado libretista de corte tradicional, Enrique Núñez Rodríguez, objetó en algún momento a La Seña como ajena al humor cubano. Sin embargo, fue precisamente esa estética, tan distinta a la tradicional, lo que abrió el diapasón y enriqueció la imaginación artística para crear nuevas maneras de hacer humor en Cuba.  Periodistas especializados en el ámbito cultural así lo reconocieron. Y los  hechos ―el nuevo humor cubano a partir de La Seña― así lo demuestran.
Después de abrir sus puertas a La Seña, el teatro Sauto las abrió también a otros grupos de humor escénico surgidos en los años siguientes. Dos de los eventos de humor más importantes que se presentaron en él fueron los concursos nacionales Seña 90 y Seña 91, convocados y organizados en esos años por La Seña del Humor para reunir a las más destacadas figuras y grupos del nuevo humor escénico del momento. Es decir, todo lo que era ya un movimiento plenamente reconocido. Dichos eventos incluían también exposiciones de humor gráfico.
En enero del año 2004 los humoristas cubanos le tributaron un homenaje a La Seña del Humor por sus 20 años de labor artística, y representaron, en espectáculos realizados en la capital y en Matanzas, algunos de los números más destacados del grupo. Y como, a pesar de su carácter nacional, La Seña se reconoció siempre matancera, el teatro Sauto fue uno de los escenarios donde se realizó este homenaje, el cual marcó simbólicamente el final de la trayectoria del grupo. Sin embargo, una parte de lo que todavía hoy se hace en Cuba, en el campo del humor escénico, es deudora de La Seña del Humor de Matanzas.
 
Febrero 25 de 2012.

Saturday, February 25, 2012

MARCO DIGITAL: De Brasil, Silvano Mello por Francisco Puñal in Siglo vinte e um

 

 

En esta sección ya hemos dado buena prueba de que Brasil es tierra de excelentes caricaturistas, pero hoy es justo presentarles a un nuevo valor que se impone por la calidad técnica de su trazo y los temas que aborda en sus obras, se trata de Silvano Mello, un joven autodidacta que participó por primera vez en un concurso internacional en el 2007, y actualmente suma diversos reconocimientos en Turquía, Rusía, Irán, Estados Unidos, su país natal y otros.
Cualquier situación cotidiana –dice Mello- me sirve como fuente de inspiración para mis dibujos. Me nutro de la observación, de la investigación, de la lectura de noticias en periódicos y revistas… y hay veces que hasta de los sueños. Trabajo diariamente y me esfuerzo en lograr lo mejor en mis diseños, para despertar la curiosidad del espectador. Trato de que mi mirada sea inusual e inesperada, que son dos características del humor. Creo que la ironía, la crítica y la poesía son “condimentos” que hacen que el dibujo sea más atractivo y “sabroso” a los ojos. Le doy mucha importancia a mi superación, y me mantengo en contacto con otros colegas caricaturistas del mundo entero, gracias a internet y las redes sociales, intercambio experiencias creativas, conozco autores y me entero de nuevos concursos. Dibujar es una experiencia muy motivadora, y cada día voy perfeccionando mi estilo y la forma de expresarme.
Mello nació el 5 de octubre de 1974 en un pequeño y tranquilo pueblo llamado Jaboticatubas en el estado de Minas Gerais, en Brasil, donde vive actualmente. Algunos de sus trabajos han sido publicados en el Suplemento Literario de Pernambuco y en la revista Dossiê, del periódico Le Monde Diplomatique Brasil.
Me gusta dibujar a mano –expresa Mello- y hago mis bocetos en papel normal. Cuando ya tengo la idea completa paso a otra hoja de papel de mejor calidad, con un peso superior, y concluyo con la pluma de tinta y la pintura de acuarela. Yo sólo uso el ordenador para escanerar los dibujos y, a veces, para cubrir un área grande de color negro.
El humor y la sátira –añade Mello- son herramientas poderosas del lenguaje artístico y por tanto de la caricatura. Gracias al humor gráfico podemos exponer ideas, provocar y hacer que la sociedad reflexione y ría al mismo tiempo. Una sociedad sin humor sería aburrida y triste –finaliza.
Más información: mellocartunista.blogspot.com

Ukraine_Contest_Rules 2012



Friday, February 24, 2012

Workshop Banda Desenhada Erótica por Nuno Saraiva na AR.CO a partir de 28 de Fevereiro


O Bairro da Mouraria de Lisboa decorada pelo bandadesenhista Nuno Saraiva

 "Gastaram-se 70 litros de tinta e 30 latas de spray. Mas a entrada da Mouraria ficou uma estampa."
 Fernando Maurício,
"O Rei sem coroa" não podia deixar de ser estar no mural das Escadinhas de São Cristóvão, uma das portas da velha Mouraria.
 

Wednesday, February 22, 2012

Por Esta Peregrinação Acima. Fausto e José Ruy no dia 23 de Fevereiro, às 21h00, no CNBDI

Estimados Amigos,
No dia 23 de Fevereiro, pelas 21h00, no Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem terá lugar mais uma edição de Às Quintas Falamos de BD, com o encontro Por Esta Peregrinação Acima que conta com a participação do músico e compositor Fausto, do autor de BD José Ruy, e da jornalista Ana Margarida Carvalho.
Na ocasião será exibido um poema sinfónico, uma adaptação em vídeo das pranchas do álbum Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação, de José Ruy, com música de Por Este Rio Acima, de Fausto Bordalo Dias.
Na última quinta-feira do mês convidamo-lo a tomar café connosco.
Apareça, contamos consigo.
Cristina Gouveia
Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem
Coordenação
Av. do Brasil, nº 52-A
2700-134 Amadora
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Em 7 de Dezembro de 1957, A Peregrinação de Fernão Mendes Pinto foi capa do nº 310 do Cavaleiro Andanteanunciando a história que José Ruy desenharia ao longo das setenta e cinco semanas em que as viagens e as aventuras de Fernão Mendes Pinto apaixonariam os pequenos leitores. Fausto Bordalo Dias foi uma das crianças que, pelo traço de José Ruy, conheceu e se encantou com as histórias da Peregrinação.
Anos mais tarde, em 1982, Fausto criou Por Este Rio Acima uma das mais extraordinárias obras da Música Popular Portuguesa, o primeiro volume de uma trilogia continuada em Crónicas da Terra Ardente (1994) e completada em 2011 com Em Busca das Montanhas Azuis. Também em 1982 José Ruy reunia em álbum as pranchas publicadas 25 anos antes no Cavaleiro Andante e, em 1983, a BD de José Ruy e a música de Fausto voltariam a cruzar-se em encontros e tertúlias um pouco por todo o país.
Desde então ficou uma forte amizade sedimentada no cruzamento de ambas as artes e a promessa da concretização de outras iniciativas em torno do fantástico livro de viagens e aventuras que é a Peregrinação.
Agora, e quase três décadas passadas, é tempo de ver cumprido um sonho, mais uma etapa desta amizade traduzida na animação em vídeo das pranchas de José Ruy com música de Fausto Bordalo Dias.

Saqueando Pueblos - Cartoon de Edgar Vargas


O Carnaval Políitico - Isto não fazem eles

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo a custa do pagode.3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, tem funcionários e administradores com 2? e 3? emprego.4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porque? E os aparelhos não são verificados porque? É como um táxi, se uns tem de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados*?6. Reduçao drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas atividades.9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;.10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, as escolas, ir ao mercado a compras, etc.13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (diretores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NAO NOS DÁ COISA PÚBLICA.15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que tem canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influencias que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.19. Perseguir os milhoes desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas a custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e a custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo a tripa forra a custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efetivamente dela precisam;
25. Controlar rigorosamente toda a atividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".
26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efetivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis a pressa, feitas a medida.
27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que enham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos
políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e
depois.
39. Pôr os Bancos a pagar impostos.

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