Wednesday, September 01, 2010

Homenagem ao cartoonista Francisco Zambujal - Faro dia 4 de Setembro 2010



Tédio incendiário - Cartoon de Rodrigo in Humoral da Historia

... no Humoral da História! Incendiários detidos no Gerês não são os suspeitos do costume (madeireiros, pastores e caçadores) mas sim vizinhos vingativos, doentes mentais, alcoólicos e pessoas em busca de atenção:http://aeiou.expresso.pt/tedio-incendiario=f599914



Bronkit nº 13








CONVOCATORIA DEL MELAÍTO EN SU 42 ANIVERSARIO .......SANTA CLARA- CUBA

La publicación humorística Melaíto y la Unión de Escritores y Artistas de Cuba en Villa Clara (UNEAC), convocan al X Salón de Humorismo «Santa Clara 2010», con carácter internacional..
El evento de este año estará dedicado a los 42 años, de esta ya legendaria publicación ,del centro del país

Bases:
Los temas a concursar serán libre y erótico. Las dimensiones de las obras pueden llegar hasta 25 x 35 cm en tamaño máximo, en cualquier técnica y soporte ,incluidos copias impresas de trabajos digitales, los de tercera dimensión no rebasarán los 50 x 50 cm en cualquiera de sus lados.
Cada autor puede enviar un máximo de 3 obras por categoría.
Las obras deben ser enviadas por correo postal y se recibirán hasta el 30 de noviembre del 2010en:
Casa de la UNEAC
Máximo Gómez no. 107 entre Julio Jover y Martí, Santa Clara, Villa Clara, Cuba.
Los premios:
Se otorgarán 3 premios por cada categoría y las menciones que el jurado estime pertinentes:
Para participantes nacionales:
1er premio: 2 000 moneda nacional y diploma
2do premio: 1 300 moneda nacional y diploma
3er premio: 800 moneda nacional y diploma

Para participantes extranjeros:
Los laureados recibirán como premio una obra de artes plásticas original, en lienzo de un reconocido pintor villaclareño y diploma, que se les hará llegar de forma segura.

El jurado estará integrado por prestigiosos caricaturistas, y su dictamen será inapelable

Además, en los días comprendidos entre el 18 y el 20 de diciembre del 2010 tendrá lugar un encuentro entre destacados caricaturistas en la ciudad de Santa Clara
La inauguración de la exposición y entrega de los premios se efectuará el 20 de diciembre a las 3:00 de la tarde en la sede de la UNEAC , donde celebraremos los 42 años de esta publicación .
Para aclarar dudas sobre la presente convocatoria pueden dirigirse a la siguiente dirección:

40melaito@gmail.com

Comité Organizador .
30 de septiembre del 2010

6º Salão de Humor de Paraguaçu Paulista - Internacional - Brasil


http://www.salaodehumordeparaguacu.com.br/

Cartune Humor a Seco (Mega-Agrupamentos)




Para rir... ou talvez não, aqui fica o meu último cartune.

Para ver em http://www.humorasecocartoons.blogspot.com/

Berluscrise política - Cartoon de Rodrigo in Humoral da Historia


... no Humoral da História! O primeiro-ministro de Itália, Silvio Berlusconi, está prestes a dar ao seu Governo de coligação de centro-direita um voto de desconfiança, ameaçando a sua maioria parlamentar e abrindo o cenário de eleições antecipadas:
http://aeiou.expresso.pt/berluscrise-politica=f600428

“Campanha bufa – Porco no espeto na safra de Vale Tudo” de Casimiso Simões

Caros amigos e amigas,

À hora em que o meu livro “Campanha bufa – Porco no espeto na safra de Vale Tudo” já se encontra em impressão, informo-vos de aspetos que podem merecer atenção desde já, contando com a vossa presença no lançamento.


A apresentação é no dia 11 de setembro, às 15 horas, na Sociedade Filarmónica Lousanense, a 250 metros da Câmara Municipal da Lousã.

“Campanha bufa” é dedicada a António Arnaut, Louzã Henriques, António Luzio Vaz, João Poiares Malta, Zilda Carvalho, Palmira Sales e João Mesquita (estes dois últimos a título póstumo) que deverão estar presentes ou ser representados na apresentação. O livro é uma sátira e constitui ainda uma singela homenagem à Sociedade Filarmónica Lousanense.



Com formato de bolso e 160 páginas, editado pelo autor, o livro deverá estar à venda nalguns locais ainda esta semana, pelo menos na Lousã e em Coimbra, numa primeira fase.
Na semana passada, ao dar os últimos retoques na prosa, decidi dedicar especialmente esta minha obra à Sociedade Filarmónica Lousanense (SFL) e a sete cidadãos, alguns falecidos, “que, de algum modo, serviram a República e a democracia com o mais terno sentido do dever”: António Arnaut, Louzã Henriques, António Luzio Vaz, Palmira Sales, João Mesquita, João Poiares Malta e Zilda Carvalho.

Digo resumidamente abaixo, na introdução do livro intitulada “O papagaio sobe contra o vento”, quem são estes homens e mulheres, bem como a SFL, enquanto mais antiga coletividade da vila da Lousã, ficando assim justificada a minha decisão de os evocar no contexto das comemorações do centenário da implantação da República.

Mais algumas novidades: concebido sob o signo do porco (o primeiro tinha o burro como figura tutelar!), este meu segundo livro é todo escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico. A apresentação, antes prevista para o auditório da Biblioteca Municipal, será realizada na sede da Filarmónica Lousanense, por razões estéticas e de espaço, mas também para vincar a importância de homenagear esta instituição cultural a propósito da efeméride republicana.

Têm abaixo uma pequena dedicatória inserida no início do livro e a minha introdução ("O papagaio sobre contra o vento"). A capa (da autoria de Carlos Alvarinhas, tal como as ilustrações) segue em anexo, podendo vocês cortar e divulgar o rosto. Apenas o rosto.

Recordo que o prefácio é do historiador Amadeu Carvalho Homem, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, que também irá apresentar a obra. Apresentará o autor a jornalista Leonete Botelho, editora de Política do jornal Público.

Abraços.

Casimiro Simões


Campanha bufa Porco no espeto na safra de Vale Tudo

Dedico este livro aos protagonistas mais íntegros da República Portuguesa sonhada em 1910 e a todos os que preservaram o ideal republicano nestes cem anos. Deixo também uma forte gargalhada em louvor da liberdade de imprensa. Na vila de Vale Tudo, estarão hoje mais impunes os inimigos da República?


O PAPAGAIO SOBE CONTRA O VENTO

Decidi escrever um segundo livro, após uma primeira experiência literária há menos de um ano, quando publiquei Com as botas do meu pai – Pegadas do poder autárquico na vila de Vale Tudo, este concebido como sátira a um certo modo de exercer o poder local no Portugal que já mal frui a chama fraterna do 25 de Abril, na Pátria que cambaleia perante novas ameaças à vontade democrática, à liberdade de expressão sem mordaças, em especial à liberdade de imprensa, à participação dos cidadãos na vida pública e, em geral, ao Estado de Direito Democrático.

Ameaças que estão aí no quotidiano de milhões de seres humanos, no emprego (e cada vez mais no desemprego!), na educação e na cultura, no acesso à saúde e à justiça (uma Justiça que seja de espada vertical, que não deixe impunes os crimes dos mais poderosos, a começar pelos usurpadores da res publica).
Com as botas do meu pai teve dos leitores um acolhimento inesperado, muito positivo, um genuíno incentivo para eu, jornalista há quase trinta anos, prosseguir também na prosa literária o grande desafio – e a enorme urgência, nestes tempos enevoados – de fazer o papagaio de papel subir contra o vento como nas nossas infâncias.

O primeiro livro alcançou os principais objetivos, ao fazer rir e refletir a maioria dos que o leram. Não conheci comentários diretos dos que porventura enfiaram alguns barretes. Dessas bandas, chegaram sim ecos da mais primária vingança situacionista e os típicos atos censórios de todas as ditaduras.
Nasceu então em finais de 2009, com redobrado entusiasmo, a ideia de avançar para uma nova obra que satirizasse, desta vez, uma campanha autárquica em Vale Tudo. Cedo reconheci, no entanto, que a campanha bufa – local, nacional ou global – é afinal permanente, galopante e absurda.
Seria, por isso, muito redutor cingir-me ao curto período de uma safra eleitoral propriamente dita, de quatro em quatro anos, com ou sem porco no espeto e bugigangas várias para inebriar eleitor.

A campanha bufa, zoada infernal de vuvuzelas, espécie de seja o que Deus quiser onde talvez alguém escape entre mortos e feridos, é afinal quotidiana e doentia, cada vez mais perigosa para a vida democrática. Temos agora Campanha bufa – Porco no espeto na safra de Vale Tudo, que retoma um olhar apreensivo sobre o atual rumo da República, simbolizada no microcosmos de Vale Tudo, algures no interior profundo da Pátria justa sonhada pelo beirão Afonso Costa, líder da I República, e demais protagonistas íntegros da causa republicana, assim como os que resistiram depois às arbitrariedades do poder político nestes cem anos, em ditadura mas também em democracia. Tal como numa ópera bufa, esta campanha tem servos e trapaceiros, velhos e avarentos e até jovens fidalgos, como o vereador Franganito e os netos do salazarista Sandoeira.

No livro (que repete a participação do gráfico Carlos Alvarinhas como autor da capa e das ilustrações, cabendo novamente a paginação a Jorge Sêco), um conterrâneo de José João Jorge radicado nos Estados Unidos envia uma mensagem de solidariedade ao jornalista, a braços com mais um processo judicial movido pelo cacique de Vale Tudo. Lembra-lhe o emigrante que o papagaio sobe sempre e apenas contra o vento!

Dedico especialmente este livro a sete cidadãos que fizeram da vida uma séria corrida contra o vento ou que, de algum modo, serviram a República e a democracia com o mais terno sentido do dever: António Arnaut (antigo ministro dos Assuntos Sociais e criador do Serviço Nacional de Saúde), António Luzio Vaz (administrador dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra durante trinta anos), João Mesquita (jornalista falecido em 2009, foi presidente do Sindicato dos Jornalistas), João Poiares Malta (nascido em 1910, enquanto jovem operário lutou pela jornada diária de oito horas de trabalho, tendo representado o jornal Trevim na sua loja da Lousã nos últimos anos da ditadura), Manuel Louzã Henriques (médico antifascista, foi impulsionador do Museu Etnográfico da Lousã), Palmira Sales (professora de
instrução primária, sempre amiga dos mais fracos, destacou-se na defesa das diferentes expressões da cultura popular da região) e Zilda Carvalho (oriunda de uma família de republicanos da Lousã, estava noiva de Ismael Fernandes “Leiteiro” em 1936, quando este jovem morreu em combate na Revolta dos Marinheiros).

De igual modo, rendo homenagem à Sociedade Filarmónica Lousanense, com grande peso republicano na sua história centenária, escola de música e cidadania desde 1897. Um próximo livro virá para rematar a trilogia republicana que resolvi escrever.

Lousã, 15 de agosto de 2010

Casimiro Simões

Dilema emigrante... cartoo de Pedro Molina


http://www.pxmolina.com/


The Art of Viktor Bogorad









Viktor Bogorad
Was born в1949 in Leningrad. Has finished LETI.
The first publication - 1973 in magazine "Aurora".
The first international award - in 1974, Skoplje (Yugoslavia).
In total has 20 international awards (Italy, Yugoslavia, Turkey, Poland etc.) He was published in a press of Germany, the USA, Israel, Estonia, the CIS. He was awarded by the national professional award «Gold Ostap» in 1992. With 1975 on 1985 was the secretary of Club of the Leningrad caricaturists. Has published 5 books in the Samizdat (1980-1985), «Bitte recht freundlich» 1987, 1990, Eulenspiegel, Berlin, «Such affairs» 1991 "Lyres" of SPb, "Nuance" 1996, "Ford" of SPb. Personal exhibitions: 1989 “Gallery 10-10” Leningrad, 1990 Zurich and 1991 Schwyz (Switzerland). As a part of group of caricaturists participated in two exhibitions «NJET PROBLEM!» In Germany: Munich (1995) and Berlin (1996). Many caricatures are in private collections of Germany, Switzerland, the USA. The participant of an exhibition of a caricature "Confrontation" in the State Russian museum in 1996. Some years worked as the artist on carnivals in Nice (France). In 2005 left film BBC about V.Bogorade. Works as the artist-caricaturist in newspapers: "SPb vedomosti "," Vedomosti ", The Moscow Times.

"RHINO" - NEW NUMBER - 92 !!!


"RHINO" - NEW NUMBER - 92 :
http://www.nosorog.rs.sr/brojevi-numbers/91-100/92ns1.html
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http://www.nosorog.rs.sr/

Humour de René Bouschet




L’intégrale d’août est en ligne :
http://aaapuechagut.free.fr/index.html
-- http://erby.free.fr/
http://www.erbykezako.blogspot.com/
http://peintures-numeriques.blogspot.com/
http://navranture2010.blogspot.com/

Desperdício laboral - cartoon de Rodrigo in Capital de Risco

... no Capital de Risco!
O Eurostat elevou para 11% a taxa de desemprego de Portugal em Junho, o que representa um novo máximo histórico:
http://aeiou.expresso.pt/desperdicio-laboral=f601740


EL BUS No. 88 (International Humor)

EL BUS de Lenguaviva
Un vehículo de humor sin ruta fija
Año II, No. 88, 30 agosto 2010

¡Hola fans!

Hello fans!

EL BUS No. 88 acaba de salir del paradero a su recorrido humorístico semanal. Ocupen sus asientos y acomódense que, además de las secciones habituales, este BUS trae toda la información sobre BOSTOONS 2010, incluyendo todos los linalistas, el Programa del Festival y noticias frescas.
EL BUS No. 88 has just left the terminal on its weekly humor tour. Take your seats and get comfy: besides its usual sections this BUS carries all the information on BOSTOONS 2010, including all the finalists, the Festival's Program and the latest news.

Hagan click en el link de abajo para subir al BUS:

Please click on the link below to get on the BUS:
http://elbusdelenguaviva.com

Y no olviden pasarle este email a sus amistades.

Please forward this email to your friends.

Les deseamos una semana muy feliz.
We wish you a very happy week.

Los conductores del BUS

EL BUS drivers









THE FIRST BOSTON INTERNATIONAL HUMOR FESTIVAL INVITATION



Luanda Cartoon

Olindomar Estúdio: A Origem de Tudo
Os irmãos Olímpio e Lindomar de Sousa criaram o Estúdio Olindomar quando sentiram que o panorama da Banda Desenhada Angolana carecia de iniciativas que ensinassem, promovessem e divulgassem jovens criadores da Nona Arte. Discípulos do Mestre Henrique Abranches, com o desaparecimento deste, tomaram a responsabilidade e assumiram o testemunho que lhes foi passado pelo Mestre, no ensino e divulgação da Banda Desenhada. Este espírito foi ainda mais vincado depois do desaparecimento do também grande divulgador de Banda Desenhada e galerista Tirso do Amaral..Desde 2002 e até à actualidade, formaram já várias dezenas de jovens nas artes da Banda Desenhada, cartoon e animação. No início eram pequenas palestras e workshops mas que rapidamente se tornaram em cursos, tal o interesse pela área. Este interesse deveu-se sobretudo ao êxito que a personagem criada pelos dois irmãos – Cabetula – despontou nos Angolanos. Êxito esse que ainda hoje se mantém e que o esgotar de cada número da revista Cabetula é testemunho. Alguns dos jovens formados ainda trabalham com o Estúdio, outros seguiram o seu percurso profissional em vários sectores da comunicação como a televisão, imprensa,audio-visual ou publicidade..Originalmente decidiram organizar encontros de Banda Desenhada para promover mais a Banda Desenhada e a divulgação dos novos talentos, evoluindo estes, naturalmente, para aquilo que é hoje o Festival Internacional de Banda Desenhada de Luanda.



A Organização A organização do Festival Internacional de Banda Desenhada de Luanda está a cargo do Estúdio Olindomar e do Instituto Camões em Angola, tendo ambas assegurado também a participação no Festival do autor d'O Menino Triste. Agradecimentos públicos! . Tudo cinco estrelas. Não falharam detalhes que costumamos ter em outros festivais. É verdade que a dimensão ajuda, mas a enorme paixão e profissionalismo que podémos sentir, não permite que qualquer falha ocorra. Sentiu-se que a partir desta edição do festival, os próximos serão num contínuo crescendo. . Desde a chegada ao aeroporto até à nossa saída, fomos continuamente acompanhados e assistidos pelo staff do Festival, assim como do próprio Instituto Camões e da Embaixada de Portugal, nos mais diversos detalhes. . Da exposição, cobertura dos media, público, autógrafos, conferências, e demais entourage, falaremos nos próximos posts. . Uma entrevista com Olímpio e Lindomar de Sousa (Estúdio Olindomar), publicada na revista Vida (Jornal O País), pode entretanto ser lida aqui.

A Exposição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Luanda está patente no Centro Cultural Português/Instituto Camões. . Uma sala muito simpática, com excelentes condições e adequada a este tipo de eventos. Deixo-vos aqui algumas imagens (fotos de Hamilton Bonga) da perspectiva geral da sala (ainda sem público), em posts posteriores irei mostrar-vos cada um dos trabalhos expostos. . Dada a dinâmica que o Festival tem actualmente, prevejo que em próximas edições, além desta sala se tenham de conseguir outras mais, de forma a se poder albergar todo o leque de material expositivo, que com certeza irá ser cada vez mais. . Como curiosidade, deixem-me dizer-vos que na abertura da edição do ano passado do Festival, estiveram presentes para cima de 1500 pessoas, o que fez transbordar a sala, o espaço adjecente da Embaixada portuguesa (onde está o Centro Cultural), e ainda o passeio e a avenida frontal! Esta enchente fez com que este ano a Organização tivésse optado por distribuir convites para a abertura. E não imaginam como a procura foi feroz: os telemóveis da Organização não paravam de tocar ;))

Os Media Já tenho assistido a vários festivais por essa Europa fora, e nunca vi nenhum com a cobertura mediática do Festival Internacional de Banda Desenhada de Luanda! . Desde o dia que cheguei (4ª) e nos quatro dias seguintes, foi um corrupio entre televisões, rádio e jornais. . Logo na 4ª tivémos direito a horário nobre da TPA2 no programa Hora Quente de Pedro Nzagi. Na 5ª uma entrevista alargada para a TV Globo, e outra entrevista para uma produtora independente de televisão. No dia seguinte, dia da inauguração do Festival, entrevista na Rádio Nacional de Angola e o regresso à TPA2 para o programa Dia a Dia, apresentado por Vitor Hugo, onde estivémos - pásmem-se - hora e meia em antena a falar de Banda Desenhada, com direito a directos do local do Festival! Já no Centro Cultural Português para a inauguração, houve direito a entrevistas para a RTP, outras duas estações de televisão, rádio e imprensa!!!! .A juntar a isto tudo, Olímpio e Lindomar eram capa da revista VIDA (jornal O País) e mais uma data de artigos no jornal de Angola e... . Com uma cobertura destas não era de estranhar que quando entrávamos em qualquer café ou restaurante, as pessoas comentassem com o Olímpio ou o Lindomar, sobre o que tinham visto ou ouvido nos vários media, a propósito do Festival. Exemplo a seguir por cá? A Banda Desenhada bem merece...

informação obtida no http://omeninotriste.blogspot.com/


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